Meio Ambiente & Desenvolvimento Humano

domingo, 20 de setembro de 2020

ECOPARC RIO CAMAÇARI: Ciclistas realizam ação socioambiental e cria trilha CT PEDAL LIKE

Pedal Like, vira Guardião do ECOPARC RIO CAMAÇARI, sendo seguido por outros grupos.


20 set 2020 15h59

VALDIR RIOS

Eng. Ambiental e Radialista 

Neste sábado (18), ciclistas realizaram uma ação socioambiental em um trecho dentro da área previstas para o ECOPARC RIO CAMAÇARI.

Além do Pedal Like que foi o promotor do evento, participaram desta ação os grupos de pedais: CBA, Vilas Bike, Pé D’água e outros, realizando plantio de 55 mudas de arvores nativas da Mata Atlântica, doadas pela empresa FORD.

Como parte do evento, crianças acompanharam os trabalhos e realizaram a tarefa de deixar o planeta mais verde, plantando 5 mudas de ipê rosa em volta de um campo existente ná área de acesso.

A parceria foi realizada com o ColorirCidade sendo acompanhado pelo Eng. Ambiental Valdir Rios e a Bióloga Jamile Dourado representante da FORD.


“A ação tem como objetivo agir no combate à degradação e ajudar na recuperação das nossas florestas, tendo em vista que nós ciclistas temos a obrigação de cuidar desses locais que são únicos e de extrema importância para todos”. OSLI SANTOS, presidente Pedal Like.

Em uma reunião realizada na quarta-feira (16) entre Pedal Like, Pé Dagua, CBA, Vila Bike, foi discutido a proposta do guardião do ECOPARC RIO CAMAÇARI, uma ideia originada  da Pedal Like que adotou um trecho denominado “Trilha CT Pedal Like” onde este grupo assumirá o papel de proteção do ambiente ajudando os Órgãos Ambientais e o ColorirCidade em todas ações que contribuam na preservação da área e a criação definitiva do ECOPARC RIO CAMÇARI.


Dentro desta concepção de guardião do parque, os demais grupos deverão definir áreas para serem adotadas e assim, futuramente deverão demarcar seus espaços, a exemplo das lagoas onde nascem o Rio Camaçari e o Morro da Manteiga.

Há uma combinação inseparável entre natureza e bike, por isso estaremos presentes nas ações que visem preservar o meio ambiente e tornar realidade o ECOPARC RIO CAMAÇARI, afirma DIÓGENES diretor do CBA.


Houve orientações no quesito de segurança a saúde devido o COVID 19, higienizando sempre ferramentas e havendo no local equipamento de higiene pessoal e álcool gel conforme orientações do serviço de Saúde Publica.


Os grupos de bike deverão definir as próximas ações em coletivo, tanto de plantio, como de escolhas das áreas a serem adotadas seguindo o exemplo da Pedal Like.

Existem propostas de participação em  LIVE’s que devem ser promovidas pelo ColorirCidade e formatação de um calendário ambiental 2021.

O objetivo é tornar a população conhecedora e defensora deste projeto (ECOPARC), sabendo que este mudará positivamente a realidade de Camaçari, gerando entretenimento, cultura, lazer, religiosidade, preservação ambiental além de emprego e renda, com equipamentos e infraestrutura   a serem implantados em um espaço aproximado de 2 milhões de m².


FOTOS DO EVENTO:

















 

 

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domingo, 19 de julho de 2020

Chuva de estrelas entrando na atmosfera a mais de 210.000 quilômetros por hora

Perseidas podem ser observadas em regiões com pouca luz artificial, de madrugada, entre 17 de julho e 24 de agosto

AGATHE CORTES

17 JUL 2020 - 10:14 BRT

https://brasil.elpais.com/ciencia/2020-07-17/chuva-de-estrelas-entrando-na-atmosfera-a-mais-de-210000-quilometros-por-hora.html 

                                                                As Perseidas observadas de uma região montanhosa.EUROPA PRESS


Começa nesta sexta-feira um acontecimento astronômico anual que afetará a Terra e a Lua e se prolongará por mais de um mês. Até 24 de agosto, cairá a chuva de estrelas cadentes conhecida como Perseidas, que se materializa, para o olho humano, em luzes fugazes que atravessam o céu. Estes brilhos são provocados por pequenos meteoroides (partículas com tamanho inferior a um grão de areia) que entram na atmosfera a mais de 210.000 quilômetros por hora. “Isto é equivalente a percorrer a Península Ibérica de norte a sul em menos de 20 segundos”, compara José María Madiedo, especialista no assunto e pesquisador do Instituto Astrofísico da Andaluzia (IAA-CSIC).

Este fenômeno ocorre porque a Terra cruza anualmente os restos da cauda de um cometa, chamado 109P/Swift-Tuttle, que completa uma órbita ao redor do Sol a cada 133 anos aproximadamente. Quando se aproxima do Sol, o cometa se aquece, emite jorros de gás e pequenas partículas sólidas que terminam na nossa atmosfera. “A uma velocidade dessas, o choque com a atmosfera é tão brusco que a temperatura dessas partículas aumenta em até 5.000 graus Celsius numa fração de segundo, por isso se desintegram emitindo um clarão. Isto ocorre entre os 100 e 80 quilômetros sobre o nível do solo”, conta Madiedo.

Os restos não se aproximam de outros planetas e não há nada de nocivo que se desprenda deles. O que estas partículas fazem é acrescentar minerais à camada alta da atmosfera chamada ionosfera, já que são compostas de materiais voláteis congelados e metais como o ferro, o cálcio, o sódio e o magnésio. Madiedo explica que “conforme a Terra vai entrando nessa nuvem de meteoroides que o cometa deixa à sua passagem, o número de partículas vai sendo cada vez maior, por isso a atividade das Perseidas vai aumentando até alcançar um máximo”. Neste ano, nas noites de 12 para 13 de agosto acontecerá seu ponto culminante no hemisfério sul.

As chaves para contemplar o céu e perceber essas partículas parecem simples, pois as estrelas cadentes podem aparecer em qualquer lugar. David Galadí, astrônomo no Observatório de Calar Alto (Centro Astronômico Hispano-Alemão), recomenda afastar-se da poluição luminosa, em uma zona rural, por exemplo, com tempo e paciência. “É preciso ir com a ideia de que, na melhor das hipóteses, você vai ver dois meteoros a cada minuto”, afirma. O especialista reconhece que a ideia é chamativa porque se trata de ver partes de outros corpos celestes caírem, mas recorda que é um espetáculo “tranquilo” e “discreto”. O observatório, em épocas de acontecimentos como estes, tende a se centrar no interesse da sociedade e em encontrar um equilíbrio para não gerar decepção. “Temos que recordar que é um espetáculo natural e que não pode competir com o que nos oferecem os meio audiovisuais atuais”, insiste Galadí.

 

O impacto de uma Perseida na Lua em 13 de Agosto de 2012, imagem tirada por ocasião do projecto MIDAS (Moon Impacts Detection and Analysis System).JOSÉ MARÍA MADIEDO

Em comparação com o ano anterior, esta chuva de meteoritos poderá ser vista com mais clareza, já que a lua, em quarto minguante, não brilhará tanto. Em 2018, as condições foram ideais, segundo os dois especialistas, pois a lua nova não ofuscava. Em 2019, entretanto, a chuva de meteoritos caiu na lua cheia, e as estrelas cadentes mais fracas não puderam ser vistas. Esta chuva de meteoritos recebe o nome de Perseidas porque, ao se prolongar para trás sua trajetória aparente no céu, parece que as partículas procedem de um ponto na abóbada celeste na constelação de Perseu. Em muitos países da Europa, o fenômeno também é conhecido como Lágrimas de São Lourenço por acontecer no dia 10 de agosto, quando a Igreja Católica celebra o dia do mártir São Lourenço de Huesca, um dos sete primeiros diáconos da Igreja, responsável por pelos bens do clero e distribuição de esmolas aos pobres.

Interesse científico e social


O que acontece com a Terra não é o que mais interessa à comunidade científica, pois as Perseidas já foram muito estudadas durante décadas. Mas o caso da lua é diferente. Como explica Madiedo, ela não tem uma atmosfera que a proteja, por isso os meteoroides colidem diretamente contra o solo lunar, a altíssima velocidade, e se destroem de forma brusca. “Nessa colisão se forma uma nova cratera e se desprende um breve brilho de luz que o olho humano não pode perceber diretamente, mas que pode ser detectado da Terra com a ajuda de telescópios. O estudo destes brilhos nos permite obter dados muito relevantes sobre as colisões que ocorrem contra a Lua e contra outros objetos do Sistema Solar, incluindo a Terra”, detalha. Definitivamente, quanto mais detecções houver, maior a precisão estatística, e assim se pode conhecer de forma mais acurada os modelos de impacto.

Para Galadí, observar o céu é um remédio imprescindível nestes tempos. “É crucial recuperar o contato com a paisagem natural e mais ainda se a combinarmos com o estímulo à cultura científica”, opina. Na sua opinião, vivenciar chuvas de meteoritos é uma oportunidade, acessível e barata, para recuperar a sensação do vínculo entre o cotidiano e o universal.

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sexta-feira, 17 de julho de 2020

I Concurso Fotográfico “BIOMAS BAHIA” , aberta às inscrições.

Com criatividade e tecnologia, amantes da natureza se movimentam mesmo em isolamento.



VALDIR RIOS
Eng Ambiental e Radialista
17 jul 2020 09h52
  

Como prévia para abertura das inscrições que ocorrem nesta sexta-feira (17), o ColorirCidade realizou na última quinta-feira uma LIVE para apresentar o Regulamento do Concurso fotografico Biomas Bahia..

A Explanação ficou por conta de Raíssa - ColorirCidade-Entre Rios e Bianca - ColorirCidade-Camaçari.

As inscrições são gratuitas e se encerram no dia 31 de agosto de 2020, abrindo espaço para todas as pessoas desde fotógrafos profissionais a amadores da fotografia, residentes nos municípios participantes.

A LIVE foi realizada em plataforma de reunião e retransmitida para Facebook e pode ser visualizada no link:
 

No total 15 cidades fazem parte do BIOMAS BAHIA, sendo elas Cachoeira, Itamaraju, Várzea da Roça, Capim Grosso, Camaçari, Entre Rios, Santa Maria da Vitória, Sobradinho, Casa Nova, Juazeiro, Itaberaba, Senhor do Bonfim, Salvador, Jacobina e Ipirá.

O concurso oferece R$ 1.000,00 em premiação que será distribuído aos três primeiros colocados, classificados dentre os 20 finalistas. De acordo com o regulamento, a classificação ocorrerá em duas etapas. A 1º serão escolhidas 20 fotografias dentre todas as inscrições, pelo comitê organizador e a 2º etapa, consiste na votação pelos internautas através da plataforma digital GoogleClassroom entre as 20 fotos selecionadas, selecionando os três primeiros colocados.

As inscrições ocorrerão através da plataforma E-inscrição e a votação final, da 2º etapa classificatória, pelos internautas na plataforma BIOMAS BAHIA.

Se sua cidade faz parte do projeto é só preparar a “velha câmara” ou o celular e fazer a foto, depois torcer para estar entre os três finalistas.

Além do concurso Fotográfico, o BIOMAS BAHIA também vai realizar outras ações, neste período que vai desde as inscrições até o dia 04 de outubro, resultado final.

Tais como:

1. RETRATOS DOS MUNICÍPIOS: uma serie de LIVE’s, onde cada representante local apresentará o seu município;
2. DIA “D”: Dia “D” de Plantio, será realizado um plantio mínimo de 150 mudas de arvores no dia 20 de setembro (semana da arvore). O plantio será individual, cada participante deverá plantar de forma individual sua muda, no quintal; defronte da casa; no sitio; fazenda ou local onde de forma individual realize a missão sem se expor a riscos de saúde.

Para conhecer o projeto, acesse as redes sociais do ColoriCidade e dos seus integrantes. 
Instagram: @colorircidade
e-mail: projetocolorircidade@gmail.com


CARDS DAS CIDADES PARTICIPANTES: 

















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domingo, 12 de julho de 2020

AREMBEPE: Pintor transforma retrato da tragédia em obra de arte e doa para vítima vender e usar dinheiro com estudos

Em tempos de crise  se aprende a lidar com as dificuldades, novas tecnologias e solidariedade.


TEXTO: VALDIR RIOS com contribuições do artista

12 jul 2020 12h03

Em Camaçari aconteceu um fato digno de aplausos, onde um artista plástico comovido com o óleo que invadiu as praias do nordeste o ano passado, viu a oportunidade de ajudar um daqueles que teve sua imagem imortalizada como o anjo do meio ambiente, fato que não é coincidência seu nome ser a do Arcanjo Miguel e assinatura ser dos Anjos.

VEJA VÍDEO DO ARTISTA: 



O artista Camaçariense Nilson Carvalho transformou em obra de arte o retrato de uma tragédia ambiental que assolou o nordeste em 2019. A foto do menino Everton Miguel  dos Anjos,  saindo das águas em Cabo de Santo Agostinho, no Pernambuco, (foto de Leo Malafaia/ AFP)   todo ensopado de óleo , vestido com uma saco plástico, rodou o mundo foi e um marco que ajudou no aceleramento das autoridades para solução do desastre. O menino era um dos voluntários que limpavam a praia naquele dia 21 de outubro.


Agora o artista plástico Nilson Carvalho, quer entregar a obra ao jovem, para que ele venda através de um leilão e utilize os recursos para pagar seus estudos.

A iniciativa, no entanto, ele precisa do contato da família do jovem para entregar a peça, e atingir o objetivo que é de ajudar um pouco àquela criança. Carvalho faz apelo a quem souber do informações,  entrar em contato com o número 71 98682 7199 e falar com Nilson. Pode também entrar em contato com nossa redação através do whatsApp (71) 99168-5797


 INFORMAÇÕES REFERENTE A CRIANÇA:

EVERTON MIGUEL ,  mora na praia de Itapuama em Cabo de Santo Agostinho (Pernambuco).


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quinta-feira, 9 de julho de 2020

ColorirCidade, lança o projeto BIOMAS BAHIA

BIOMAS BAHIA,  uma forma de movimentação ambiental em tempos de isolamento social.
Lançamento através de plaforma digital

VALDIR RIOSENG. AMBIENTAL e RADIALISTA09 jul 2020  22h42

O ColorirCidade lançou nesta quarta-feira (08), o projeto BIOMAS BAHIA, através de plataforma digital com retransmissão pelo Facebook e Youtube.
O evento contou com vários convidados, dentre eles a madrinha do ColorirCidade, Drª Marilda Sampaio de Miranda Santana: Advogada, Procuradora Jurídica do Município de Capim Grosso/BA, Associada Rotary Club de Capim Grosso/BA, Secretária Geral da OAB-BA e também a madrinha do BIOMAS BAHIA, Drª Line Lobo: Advogada e Mestre em Filosofia pelo Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UFBA.
Durante o lançamento foi apresentado um pouco de cada um dos municípios participantes do projeto, isso ocorreu através das falas dos representantes  das cidades de Cachoeira, Itamaraju, Várzea da Roça, Capim Grosso, Camaçari, Entre Rios, Santa Maria da Vitoria, Sobradinho, Casa Nova, Juazeiro, Itaberaba, Senhor do Bonfim, Salvador,  Jacobina e Ipirá.
Teve ainda a participação da radialista e poeta Marinalva Rodrigues (Sobradinho) e do músico Victor Gabriel da Filarmônica Ceciliana de Cachoeira, cidade anfitriã do evento.
O ponto alto do evento ocorreu com as falas emocionantes dos representantes de Santa Maria da Vitoria, Fredão e a representante de Ipirá, Meire.
Fredão usou seu tempo para fazer um desabafo, diante de tantos crimes ambientais no cerrado (supressão vegetal) que, infelizmente, muitas vezes tem o aval do próprio órgão ambiental, que deveria coibir. Já Meire (Ipirá) relatou suas experiências, coletando sementes na caatinga para reprodução de mudas.
Foram apresentadas as 3 metas principais a serem alcançadas:
1.      Concurso fotográfico: Inscrições 17 julho a 31 de agosto 2020;
2.      LIVE’s RETRATOS DOS MUNICÍPIOS: Em que cada participante apresentará seu município, sua realidade, sua cultura, riquezas naturais e históricas;
3.      Dia "D" de plantio individual/coletivo: Onde deverá ser plantado o mínimo de 150 mudas de plantas.
O evento conta com o apoio institucional do ROTARY Club Capim Grosso e Entre Rios e, Departamento de Meio Ambiente da OAB sub-seção Jacobina.
Para maiores informações acesse nossas redes sociais, através dos links  https://www.instagram.com/colorircidade/ ou https://www.facebook.com/ColorirCidade/  e também pelo e-mail: colorircidadebiomasbahia@yahoo.com.br

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quinta-feira, 4 de junho de 2020

SEMANA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL, SABEMOS DAR O SEU VALOR?



A Educação Ambiental em tempos de pandemia

VALDIR RIOS
Eng ambiental e radialista
04 jun 2020 13:51h

O atual momento é oportuno para uma reflexão a respeito do que determina a lei que trata da Educação Ambiental na grade curricular.
A PANDEMIA tem mostrado ineficácia em parte das ações, especialmente quando se trata de isolamento ou orientações às normas de segurança que deveriam ser seguidas pela população.
A forma em que os entes públicos estão lidando na coordenação destas normas tem como termômetro a obediência popular. Este fato prova que desatinos ou desatinados no poder, podem deixar pior o que já está ruim.
Se por um lado o COVID é dito como algo novo, sendo assim uma das justificativas para falhas ou aumento de casos principalmente em algumas regiões ou  cidades do interior, por outro lado é possível ter a certeza do quão importante é ter cidadãos que entendam seu papel como autores para obtenção de bons resultados quando enquadrado na  coletividade
O exercício cotidiano da Educação Ambiental principalmente na grade curricular permitiria ao cidadão entender que para o zelo da sua saúde não há necessidade do governo recorrer a um diário oficial e mídia estampando uma série de portarias com um rodapé grafado com  registre-se e cumpra-se, sendo estas, muitas vezes palavras jogadas ao leu ou ao vento como dizia nossos avós.

Vejamos que a orientação sobre os melhores métodos de combater  o COVID 19, sua proliferação e evitar perdas de vida tem sido até então: higiene e isolamento social. Isso nada mais é do que a bendita EDUCAÇÃO AMBIENTAL, ou não?
Assim, estes dois hábitos que salvam vidas é a mais pura compreensão obtida no contexto da educação ambiental que há anos se arrasta sem o mínimo interesse por grande parte dos  municípios em implantar na grade curricular.

Breve histórico e inserção da Educação Ambiental

As especificidades da Educação Ambiental acumulam numerosas experiências e estão amparadas por marcos legais como a Constituição Federal de 1988, a Lei nº 9.795/99, que estabelece a PNEA, e os compromissos internacionalmente assumidos.
Nesse sentido, também merece destaque o Programa Nacional de Educação Ambiental – ProNEA que, em 2004, teve a sua terceira versão submetida a um processo de Consulta Pública como estratégia de planejamento incremental e articulado.
Dentre os principais documentos firmados pelo Brasil no âmbito internacional, cite-se o documento resultante da Conferência Intergovernamental de Educação Ambiental de Tbilisi, que foi promovida no Município da Geórgia (ex-União Soviética), em outubro de 1977. Sua organização ocorreu a partir de uma parceria entre a UNESCO e o então ainda recente Programa de Meio Ambiente da ONU (PNUMA). Nesse encontro foram formulados objetivos, definições, princípios e estratégias para a Educação Ambiental que até hoje são adotados em todo o mundo. FONTE : MEC
Acesso: 01-06-2020

As narrativas de projetos ambientais em vários municípios ocorrem descontextualizada dos objetivos principais, " educar " estando muito mais para justificativa de gastos que desvirtuam-se do verdadeiro papel em formar cidadãos.
Pela elevação dos números de casos de COVID em certas localidades não é difícil comprovar que a educação ambiental está fazendo falta.
A ausência desta mesma educação tem alimentado de forma exponencial   uma triste estatísticas que assola este país tanto de doentes, como de cidadãos que não sabem bem dos seus direitos e deveres.
Assim, o tema Ambiental exposto em semanas pedagógicas e alguns outros poucos eventos de rotinas, não conseguem isoladamente assumir o papel de transformar ou criar a consciência responsável de uma sociedade, que deveria se replicar da escola à família até a sociedade.
Em tempos de pandemia, cabe uma boa avaliação sobre o consumo responsável, ou seja, um olhar para os sete "R's da sustentabilidade.
Conheça,  pratique e seja multiplicador:
O termo consumo sustentável surge para conscientizar a população e diminuir ao máximo os impactos ao meio ambiente. Conheça os 7 Rs e saiba como ter um padrão de consumo mais consciente.

1. Reduza
Diminua o consumo de água e de luz em sua casa reutilizando a água que sobrou do último enxágue da máquina para lavar o quintal, diminuindo o tempo de banho e trocando lâmpadas incandescentes por fluorescentes, por exemplo.
Você também pode diminuir o uso de produtos de higiene e limpeza convencionais, que são super poluentes, fabricando-os em casa. Veja aqui como fazer uma faxina ecológica.
 2. Repense
Procure utilizar menos seu carro. Ande mais a pé, de bicicleta, use transporte coletivo ou mesmo táxi: é mais barato e você evita emissão de poluentes.
3. Responsabilize-se
Pergunte e pesquise sobre a origem dos produtos que você consome. Veja se os fabricantes não estão envolvidos com desmatamento ilegal e trabalho escravo, por exemplo.
Evite o desperdício de alimentos e planeje melhor suas compras. Priorize frutas e legumes da estação e, se possível, adquira alimentos orgânicos, de preferência em feiras especializadas. Nelas, você compra direto do produtor e os alimentos são mais baratos que nos supermercados. Consulte a mais próxima de você no Mapa de Feiras Orgânicas do Idec.
Você também pode cobrar das empresas de eletroeletrônicos uma política de fabricação de produtos com baixo consumo de energia e maior prazo de duração.
4. Reintegre
Seu lixo orgânico também pode ser reaproveitado em sua casa com a compostagem, que é uma espécie de "reciclagem dos resíduos orgânicos". Essa técnica permite a transformação de restos orgânicos (sobras de frutas e legumes e alimentos em geral, podas de jardim, trapos de tecido, serragem, etc) em adubo. É um processo biológico que acelera a decomposição do material orgânico, tendo como produto final o composto orgânico.
5. Recuse
Quando for fazer compras, leve sua sacola retornável para evitar pegar as plásticas. Recuse também comprar produtos com embalagens desnecessárias - por exemplo, prefira frutas e legumes a granel do que os embalados em bandejas de isopor no supermercado.
Pressione também as empresas a diminuir ou eliminar embalagens desnecessárias (como a caixa do tubo de pasta de dentes: são duas embalagens para um produto só).
6. Reaproveite
Na hora de construir ou reformar, avalie os produtos que utilizará e, no projeto, busque meios de facilitar reuso de água (por meio de uma cisterna, por exemplo) e avalie a possibilidade de instalar paineis de energia solar.
Organize com amigos, familiares ou colegas de trabalho um bazar para troca de produtos que estão encostados no fundo do armário. Se você tem crianças em casa, pense também em trocar brinquedos e roupas que não servem mais.
7. Recicle
Separe materiais descartáveis do lixo orgânico em sua casa. Se não existir coleta seletiva em sua cidade, procure uma cooperativa de catadores para encaminhar os produtos para reciclagem.
Informe-se sobre locais para descarte apropriado de eletroeletrônicos, como celulares e computadores velhos. Uma alternativa é perguntar ao fabricante ou à loja onde comprou sobre locais para fazer o descarte correto. IDEC (2019).

Pensar em políticas de saúde pública sem saneamento ambiental é inexplicável e sem EDUCAÇÃO AMBIENTAL impraticável.


O verdadeiro investimento é preparar os munícipes para utilizar bem as infraestruturas e ou equipamentos que lhes permitirão qualidade de vida. Se o cidadão não entender a importância do uso, sua forma e o valor em ter tudo isso em sua comunidade, em vão será aplicação destes recursos que certamente foram direcionados para servir a outros destinos menos a população.
Immanuel Kant já afirmava:
“É no problema da educação que assenta o grande segredo do aperfeiçoamento da humanidade”.


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terça-feira, 26 de maio de 2020

A fala é do Ministro. Porém ações se repetem em práticas danosas por muitos gestores deste Brasil.

Falta de compromisso e seriedade às questões ambientais ecoa forte fazendo um coro  à voz do ministro.









VALDIR RIOS

Eng. Ambiental & radialista

25 mai 2020 22:20

 

Motivado por denúncias de Sergio Moro, o ministro do STF Celso de Mello divulgou nesta sexta (22), a tão esperada reunião ministerial, ocorrida no dia 22 de abril.

A bombástica reunião teria ocorrida em um clima de pôs-pelada de futebol, daquelas onde o treinador e seus jogadores decidem ir ao boteco da esquina encher a cara de pinga, para lavar roupa suja, xingar a torcida e a mãe do juiz pelo mal desempenho do seu time.

Não seria deselegante retratar a cena de um campo de várzea se estas melancólicas cenas não tivessem ocorrida entre os mais altos cargos públicos do país a qual se espera um mínimo de responsabilidade ao uso da palavra.

Para os mais atentos à causa ambiental a fala do ministro de Meio Ambiente, Ricardo Salles, sugerindo que o governo aproveitasse o foco da imprensa na cobertura da pandemia do novo coronavírus para “ir passando a boiada” e promover mudanças em "regramentos e normas", não é tida por novidade já que desde seu primeiro dia ao comando do ministério este tem atuado constantemente contrariando leis, criando obstáculos para atuação dos profissionais além de tentar desconstruir várias conquistas em desfavor dos povos indígenas e unidades de conservação UCs.

Diante do desserviço até aqui não é de esperar algo que fosse diferente, porém vale salientar que sua fala também é reproduzida em ações tanto no estado como vários municípios.

Assim, muitos prefeitos seguem uma controvertida máxima: “não fala o que ele fala, mas faz o mesmo que ele faz”.

Não é necessário ser especialista para perceber que tem sempre ações negativas ocorrendo próximo, é bem verdade que o meio ambiente vive em constante ataque por agressões humana e as vezes quem deveria defender é também parte nas ações.

A União serve de modelo e de certa forma, suas ações são replicadas aos demais entes, seja por um alinhamento político ou devido a norma legal, quando se tem que seguir por hierarquia a lei superior.

O meio ambiente possui leis especiais nas três esferas de governo, união, estados, DF e municípios, mas isso não quer dizer eficácia ou que a natureza está protegida. Na verdade, texto da lei significa muito pouco diante de agentes públicos inescrupulosos que fazem dos órgãos ambientais um puxadinho dos seus interesses.

Há vários casos onde o aparato da máquina pública contribui direto e indiretamente nos crimes ambientais indo as vezes além, corroborando no uso da borracha do esquecimento através da morosidade ou do faz de conta.

Na base da repercussão geral o ministério de Sales e alguns municípios seguem aparelhado  pela omissão confundindo os papeis, quando de forma clara faz corpo mole na tomada de medidas contra os potenciais criminosos ambientais a exemplo de Mariana, Brumadinho, mancha de óleo nas praias do nordeste, incêndios na Amazônia e por último naufrágio do navio carregado de minério também na costa nordestina.

Não é preciso procurar muito para registrar lagoas e rios sendo aterradas ou contaminados, desmatamento e queimadas, aplicação descontrolada de agrotóxicos e herbicidas, invasões patrocinadas à áreas de preservação, corte irregular de arvores, leis sendo alterada para atender interesses econômico.

Ou Seja, há um grande misto de irregularidades possível de ser encontrado por ai.

Assim é bom lembrar que sempre existirão Ricardo Salles em todos os níveis da administração pública. 

[...] estes, as vezes não falam, mas fazem suas sapequices.

 

 

 


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VIDHA LINUS

CONSULTORIA AMBIENTAL LICENÇAS,ELABORAÇÃO EIV, PRAD. Av Radial B, 122 Bairro Mangueiral CEP 42807-380 CAMAÇARI - BAHIA 71 3040 5033 99168 5797 VBRAMBIENTAL@YAHOO.COM.BR

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