Meio Ambiente & Desenvolvimento Humano

sábado, 7 de janeiro de 2017

Jiboia rara é recuperada após furto ao Museu da Amazônia, em Manaus

07/01/2017 16h33 - Atualizado em 07/01/2017 16h33

Animal havia sido furtado por jovem de 18 anos. 
Polícia suspeita de que animais seriam levados para outras cidades do AM.

Do G1 AM

Jiboia foi recuperada após mais de uma semana (Foto: Isis Capistrano/G1 AM)
Jiboia foi recuperada após mais de uma semana (Foto: Isis Capistrano/G1 AM)
A jiboia arco-íris, um dos dois animais furtados do Museu da Amazônia (Musa), foi recuperada na manhã deste sábado (7) em Manaus. Ela foi levada por um jovem de 18 anos, que chegou a expor à venda a serpente  considerada rara. Ele foi detido na Delegacia Especializada em Meio Ambiente (Dema). As investigações continuam para recuperar a segunda jiboia.
De acordo com o Delegado Samir Freire, titular da Delegacia Especializada em Meio Ambiente (Dema), as investigações tiveram ajuda de populares que deram informações sobre o suspeito. "Apuramos inicialmente que ela teria sido furtada por um viciado em drogas. Ele já conhecia o museu porque participou de um projeto quando era adolescente no local. Estamos aprofundando se ele agiu sozinho, mas não vamos dar detalhes para não atrapalhar as investigações", disse.
A polícia suspeita de que os animais seriam levados para outras cidades do Amazonas. O animal foi encontrado em uma caixa e sofreu pequenos arranhões adquiridos por conta de manuseio incorreto. Segundo o delegado, o suspeito chegou a dar várias versões de como faria a venda do animal. Ele estava com a serpente nas imediações do bairro Cidade de Deus. 
"Queremos salientar aos populares que não comprem os animais, senão podem responder criminalmente. Qualquer pessoa que receber oferta deve denunciar à Dema", disse.
O diretor operacional do Museu Roberto Moraes está feliz com o retorno do animal. "Ficamos satisfeitos com a ação da Dema. O que me impressionou foi que a investigação teve ajuda de visitantes do Musa para recuperar o animal porque eles admiram nosso trabalho. Estamos torcendo para que a outra jiboia seja encontrada", disse.
O homem foi detido e levado para a Dema e será indiciado pelo crime de furto de animal. A polícia ainda continua investigando o paradeiro da outra cobra.
As serpentes foram furtadas no dia 29 de dezembro por volta de 14h30. O suspeito teria se aproveitado do intervalo das visitas para invadir o laboratório experimental onde ficam 22 exemplares de serpentes peçonhentas e não peçonhentas.
Os animais pertencem à Fundação de Medicina Tropical. Eles estão sob cuidado do Musa e são utilizados diariamente para educação ambiental, especialmente com alunos de escolas públicas.

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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Edital vai destinar R$ 10 milhões a projetos de agroecologia e produção de alimentos



Chamada do CNPq vai apoiar a criação de núcleos de estudo e centros vocacionais tecnológicos em instituições científicas e tecnológicas. Edital tem apoio do MCTIC, da Casa Civil e dos ministérios da Agricultura e da Educação.

Por Ascom do MCTIC
Publicação: 05/01/2017 | 11:32
Última modificação: 05/01/2017 | 11:39
Período de inscrição vai até o dia 10 de março.
Crédito: Ascom/MCTIC
Uma chamada pública do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), com apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), vai destinar R$ 10,7 milhões a projetos de ensino, pesquisa e extensão voltados à agroecologia e à produção orgânica de alimentos. O edital recebe propostas até o dia 10 de março.
A chamada vai apoiar projetos de criação e manutenção de núcleos de estudo em agroecologia e produção orgânica, além de Centros Vocacionais Tecnológicos (CVTs) de agroecologia e produção orgânica. Podem participar instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica; instituições públicas estaduais de Educação Profissional e Tecnológica; e universidades públicas ou privadas sem fins lucrativos.
A diretora de Políticas e Programas para Inclusão Social da Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento (Seped), Sônia da Costa, explica que esta é a sexta chamada voltada à temática lançada com apoio do MCTIC. Atualmente já existem 163 núcleos de estudo e CVTs de agroecologia implantados em todo o país.
"O objetivo é desenvolver projetos de ensino e pesquisa voltados para a sustentabilidade da agricultura e a produção de alimentos saudáveis, com a redução do uso de agrotóxicos. Essa política está relacionada ao Plano Nacional da Agroecologia e Produção Orgânica [Planapo] e ao Programa Nacional de Alimentação Escolar", diz.
Dos R$ 10,7 milhões previstos no edital, R$ 2 milhões são do orçamento do MCTIC, R$ 2 milhões oriundos do Ministério da Agricultura, R$ 3 milhões do Ministério da Educação e outros R$ 3,7 milhões da Casa Civil. O resultado do edital está previsto para ser divulgado em julho.
A íntegra da chamada pode ser vista no link.
Fonte: MCTIC
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Sensor molecular para smartphone mostra qual é a fruta mais doce

Primeiro aparelho com o sensor, o Changhong H2, também pode afirmar com precisão qual é a porcentagem de gordura corporal de uma pessoa

Changhong H2 smartphone que detecta a composição química de alimentos
Changhong H2: o smartphone sabe informar a quantidade de açúcar em um morango
 (Changhong/Divulgação)

São Paulo – O primeiro smartphone capaz de detectar a composição química de vários materiais foi apresentado durante a Consumer Electronics Show (CES). Com o aparelho, chamado de Changhong H2, o usuário pode descobrir, por exemplo, quantas calorias uma fruta tem ou qual o percentual de gordura presente em seu corpo.
À primeira vista, o dispositivo não aparenta ser muito diferente de um smartphone tradicional. Dentro dele, no entanto, há um mini espectrômetro infravermelho, um tipo de sensor que mede as propriedades da luz. Quando o espectrômetro é direcionado a um objeto, a luz que é refletida do objeto é analisada pelo sensor. Desse modo, ele tem a capacidade de descobrir qual é a “assinatura” molecular do material.
O sensor, porém, ainda não funciona em qualquer objeto. Isso porque desenvolvedores precisam criar aplicativos que detectem composições químicas específicas. Um app que já pode ser usado, por exemplo, mede a quantidade de açúcar que há em uma fruta. Para usá-lo, basta apontar o smartphone para a fruta e iniciar a análise.
Outro app informa qual é a porcentagem de gordura corporal de um usuário. A pessoa só precisa mirar o sensor nos bíceps que o aplicativo irá dizer se ela está acima ou abaixo da média no quesito gordura. Há ainda outra aplicação que detecta quando uma pílula de Viagra é verdadeira ou falsa.
O produto poderia trazer grandes benefícios para as pessoas. Os consumidores poderão selecionar as melhores frutas e legumes, manter suas dietas e necessidades nutricionais e ainda verificar a autenticidade de vários tipos de produtos.
O smartphone foi desenvolvido em parceria entre a Changhong, uma fabricante asiática de produtos eletrônicos, e a Analog Devices, uma multinacional americana. Já o sensor, chamado de SCiO, foi criado pela Consumer Physics.
O Changhong H2 tem tela de 6 polegadas, bateria de 3.000 mAh e sensor de impressões digitais. Por enquanto, ele está disponível apenas na China. Preço e disponibilidade para outros países não foram divulgados.
Confira como o sensor funciona no vídeo (em inglês) abaixo:

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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Lixões viram campos de batalha para quem tem fome na Venezuela

Os lugares, com comida boa, são os que recebem as sobras de restaurantes, padarias e mercados, e são justamente esses os "territórios" mais movimentados

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Por que encolher sua barra de chocolate virou uma tendência

As empresas de alimentos processados estão apostando alto em produtos "mais saudáveis". Mercado no Brasil não para de crescer

1. Mondeléz (Kraft Foods)
Chocolates: para incentivar consumidores a ingerir menos açúcar, empresas estão diminuindo porções de snacks (Divulgação)

São Paulo – A Mondelez, dona dos chocolates Lacta, do Trident e do Oreo, acaba de anunciar um plano global para ter metade do seu portfólio composta por snacks voltados ao bem-estar até 2020 e se tornar líder nesse segmento.
Mas os doceiros de plantão não precisam se desesperar. As guloseimas não serão substituídas por barrinhas de cereal ou biscoitos detox.
A empresa diz que vai, sim, lançar produtos (sem apontar quantos ou de que tipo) para alcançar a meta, mas também entrarão para a conta itens com teores restritos de sal, açúcar e gorduras, com ingredientes integrais e embalagens menores.
O trabalho já começou. A Mondelez lançou chocolates com porções reduzidas, de 20 gramas, começou a vender o biscoito belVita em miniatura e passou a exibir as informações nutricionais na parte da frente da embalagem.
O controle de porções, praticado também pelas concorrentes, é uma maneira de incentivar a ingestão de menos calorias e de proporcionar mais conveniência ao cliente, já que pacotes pequenos são mais fáceis de levar na bolsa para comer em qualquer lugar.
Mas também pode ser uma estratégia das fabricantes para disfarçar o repasse de aumento de custos ao preço final, especialmente em períodos de crise.
“Ao reduzir o tamanho das embalagens, o custo (do produto) por quilo ou litro se torna maior, mas o consumidor não sente tanto essa diferença no bolso”, avalia Renata Martins, analista de pesquisa e especialista em alimentos embalados da Euromonitor.
No Brasil, muitos consumidores reclamaram que os chocolates da Lacta encolheram e continuaram com o mesmo preço. Lá fora, a mudança na porção do Toblerone, também produzido pela Mondelez, enfureceu o público e virou até meme.
A empresa se defende dizendo que “o preço encontrado no ponto de venda pode variar de acordo com as estratégias dos próprios varejistas” e que “segue políticas rígidas de respeito aos consumidores e revendedores”.
No Brasil, cortar o tamanho das embalagens não fere o código de defesa do consumidor, desde que os rótulos deixem claro que houve a redução e de quanto.
Essas informações devem ficar disponíveis por pelo menos três meses, segundo o ProconNem sempre as regras são respeitadas.

Gostoso e “do bem”

Não basta mais o produto ser gostoso, é preciso fazer bem para o corpo: os alimentos ditos saudáveis são uma tendência mundial. Além da Mondelez, outras gigantes do setor estão se mobilizando para ampliar a presença nesse segmento.
Na semana passada, a Nestlé anunciou a contratação de seu novo presidente, Ulf Mark Schneider, um executivo com ampla experiência na indústria de cuidados com a saúde.
Há seis meses, a Danone pagou bilhões de dólares por uma companhia de produtos orgânicos e de base vegetal. Outros competidores como Pepsico, General Mills e Kraft Heinz seguem pelo mesmo caminho.
No Brasil, nos últimos cinco anos, essa categoria cresceu a uma taxa média anual 11%, movimentando nada menos que 25 bilhões de reais, de acordo com dados da Euromonitor.
É um mercado relevante, especialmente pelo contexto de recessão econômica do último biênio e que vai continuar em expansão, segundo a empresa de pesquisa.
O esforço das fabricantes para explorar o setor é uma resposta ao aumento da demanda, provocado pela mudança de comportamento do consumidor, que está buscando comer de forma mais saudável sem perder a praticidade.
Por outro lado, é também um reflexo de novas regulamentações. No país, por exemplo, o Ministério da Saúde firmou em 2011 um acordo com a indústria de alimentos para reduzir gradualmente a quantidade de sódio de diversos tipos de produtos.
“Embora ainda não exista uma regra específica sobre o teor de açúcar, há rumores de que algo possa surgir nos próximos anos. Então, as empresas, principalmente as multinacionais, já estão retrabalhando internamente para adaptar seus produtos”, comenta Renata Martins, da Euromonitor.

Perda de espaço

Quanto maior (e mais complexa) é a estrutura da organização, mais tempo ela leva para colocar um novo produto no mercado. Por isso, na hora de entrar em novos segmentos, como o de itens saudáveis, as multinacionais acabam cedendo espaço para pequenas produtoras, mais ágeis.
A Mondelez tem a vice-liderança nas vendas de alimentos embalados do Brasil, com uma participação de 3,5%, atrás da Nestlé, com 7,3%.
Nos últimos cinco anos, porém, ambas perderam relevância. Em 2011, a parcela da Mondelez era de 4,1% e a da rival era de 7,7%.
Entre as cinco maiores companhias do ramo, só a Pepsico cresceu em market share no período, pulando de 2,1% para 2,6%.
Renata Martins lembra, porém, que embora haja procura por produtos ligados ao bem-estar, eles são mais caro e, por isso, são vendidos em menores quantidades do que os embalados tradicionais.
A especialista também ressalta que parte dos brasileiros “ainda precisa ser educada sobre a importância dos produtos mais saudáveis e de seus benefícios” para que a demanda cresça.
“Considerando esses fatores, as companhias não estão atrasadas, mas acompanhando o desenvolvimento natural desse mercado de saudabilidade no Brasil”, avalia.

Rumos do mercado local

Dentro do rol de “produtos saudáveis”, alguns nichos tiveram mais destaque que outros no Brasil nos últimos cinco anos.
As vendas da categoria chamada BFY, ou “better for you” (melhor para você, em bom português), aqueles alimentos com teor de sal e açúcar reduzidos e com alta concentração de fibras e vitaminas, por exemplo, cresceram quase 49% no acumulado de 2011 a 2016 em valor, conforme dados da Euromonitor. Os números já consideram a inflação.
O segmento de fortificados, os enriquecidos com substâncias benéficas à saúde (como cálcio ou ômega 3), avançou mais ainda no período: 73%.
As grandes estrelas, porém, foram os produtos sem alergênicos (cujas vendas mais que dobraram), sem glúten (mais que quadruplicaram) e, principalmente, sem lactose: as receitas subiram inacreditáveis 2.781% no período.
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Integração Nacional ampliou em 245% os investimentos na Adutora do Agreste

Com novas frentes de trabalho, que vão gerar quatro mil empregos em Pernambuco, água chegará já em maio em Toritama

Por Assessoria de Comunicação MI
Publicação: 04/01/2017 | 16:26
Última modificação: 05/01/2017 | 10:20

Brasília-DF, 4/1/2016 - Desde o início do governo Temer, o Ministério da Integração Nacional ampliou em 245% a média mensal de repasses financeiros para a Adutora do Agreste, em Pernambuco. Só entre os meses de junho e dezembro do ano passado, os investimentos federais em uma das maiores obras hídricas em execução no Brasil somaram R$ 113,2 milhões. No período de janeiro a maio, R$ 23,4 milhões foram destinados ao governo estadual, executor das obras. O último repasse da União, no valor de R$ 42 milhões, foi depositado na conta do Estado na última semana de dezembro, cumprindo a decisão de antecipar R$ 230 milhões para obras de combate aos efeitos da seca em estados do Nordeste.
A ampliação de recursos e o novo ritmo das obras vão possibilitar, segundo o Estado de Pernambuco, o abastecimento no município de Toritama em maio deste ano e, em setembro, Santa Cruz do Capibaribe, com a água do Sistema do Pirangi. Quatro mil empregos diretos e indiretos serão criados em canteiros de obras em Caruaru, Toritama, Santa Cruz do Capibaribe, Itaíba, Águas Belas e São Caetano, em 15 frentes de trabalho ao longo das BRs 232 e 104. A expectativa é de que mais um trecho de 40 quilômetros da adutora comece a ser implantado também em maio, entre Belo Jardim, São Bento do Una e Lajedo.
O início da Adutora está situado a 256 quilômetros da capital do Estado, na cidade de Arcoverde (PE). A primeira fase está organizada em cinco lotes que somam 571 quilômetros de extensão incluindo adutoras, reservatórios, estação de tratamento de água, entre outras estruturas de engenharia.
Garantia de água
A Adutora do Agreste é um dos empreendimentos estruturantes para garantir o fornecimento de água à população pernambucana que sente os impactos da irregularidade de chuvas no estado. Ao todo, o projeto completo da adutora terá cerca de 1.300 quilômetros de extensão, atenderá 68 municípios e beneficiará mais de dois milhões de habitantes em áreas urbanas e rurais.

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quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Parte primeiro trem de carga da China para Londres

2017-01-03 13:30:53丨portuguese.xinhuanet.com
Beijing, 3 jan (Xinhua) -- Partiu no domingo o primeiro trem de carga chinês para Londres, segundo a Companhia de Ferrovias da China.
Ao deixar a Estação Ferroviária do Oeste de Yiwu, na Província de Zhejiang, no leste da China, o carregamento viajará por cerca de 18 dias e 12 mil quilômetros antes de chegar ao Reino Unido.
Yiwu é conhecida pela produção de pequenos produtos, e os vagões levam principalmente artigos domésticos, roupas, pano, bolsas e malas. Passarão por Cazaquistão, Rússia, Belarus, Polônia, Alemanha, Bélgica e França antes de chegar a Londres.
Trata-se da 15ª cidade na Europa a receber um trem de carga da China.
O serviço melhorará os laços comerciais sino-britânicos, fortalecerá a conectividade com a Europa Ocidental e atenderá melhor a chinesa Iniciativa do Cinturão e Rota, uma rede de infraestrutura e comercial conectando a Ásia com as rotas comerciais da Europa e da África ao longo das antigas rotas comerciais.
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Deputado quer erradicar o vício em masturbação

Marcelo Aguiar (DEM-SP) apresentou um projeto para obrigar as operadores de internet a bloquearem conteúdo pornográfico para crianças e adolescentes

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Decreto incentiva recuperação de nascentes e matas ciliares no DF

Da Agência Brasília
Regras para os produtores que entraram no Cadastro Ambiental Rural permitem regularizar passivos ambientais
Regras complementares para o funcionamento do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e do Programa de Regularização Ambiental de Imóveis Rurais (PRA-DF) foram estabelecidas pelo Decreto nº 37.931, publicado em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal de 30 de dezembro de 2016. A norma também regulamenta, no âmbito do DF, o Código Florestal (Lei Federal nº 12.651, de 2012).
A iniciativa é das Secretarias do Meio Ambiente e da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF).
Além da obrigação legal, o decreto é uma forma de o governo incentivar a recuperação de nascentes e das matas ciliares, amenizando as mudanças no clima e protegendo a fauna e a flora. O PRA-DF define como os produtores rurais já cadastrados podem regularizar os passivos ambientais em suas terras.
O programa de regularização ambiental do DF inova, em relação a outras unidades federativas, ao criar prêmios para os produtores rurais que, além de produzirem alimentos, conservam os recursos naturais das terras onde plantam.
Ele determina, por exemplo, que o Programa de Aquisição da Produção da Agricultura (Papa-DF) pague um preço melhor pelo produto entregue por quem protege as matas ciliares. Pelo Papa-DF, o governo de Brasília compra diretamente de cada agricultor familiar até R$ 120 mil por ano.
O decreto garante ainda que haverá, para esses produtores, facilidades no processo de regularização fundiária. Outra medida prevista é usar os recursos da compensação florestal para apoiar os trabalhadores rurais que queiram recuperar suas matas ciliares ou reservas legais desmatadas antes de 2008. Com isso, pretende-se canalizar recursos para cuidar das áreas definidas como prioritárias à proteção da água, do solo e da biodiversidade.
Reserva Ecológica de Águas Emendadas. O local possui esse nome em razão de ser o ponto no qual nascem os afluentes de importantes bacias hidrográficas do continente. Foto: Tony Winston/Agência Brasília. 

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VIDHA LINUS

CONSULTORIA AMBIENTAL LICENÇAS,ELABORAÇÃO EIV, PRAD. Av Radial B, 122 Bairro Mangueiral CEP 42807-380 CAMAÇARI - BAHIA 71 3040 5033 99168 5797 VBRAMBIENTAL@YAHOO.COM.BR

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