Meio Ambiente & Desenvolvimento Humano

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Camaçari e suas precariedades em transporte de massa


28.10.2016 19:50h


A população de Camaçari, que no seu cotidiano de viagens à capital e cidades do recôncavo recorre ao transporte de massa, tem como meio apenas ônibus o famoso “buzão”.  Apesar de um número alto de passageiros, nenhuma alternativa tem sido apresentada de modo a crê sair do papel a curto ou  médio prazo.
Apesar de ter um povoado (Parafuso), a sede do município e o Polo Industrial cortado por uma malha ferroviária que interliga desde Salvador, Simões Filho às cidades de Dias D'Ávila, Mata de São João, Pojuca, Catu, Alagoinhas e outras mais, nenhuma discussão ou projeto até o momento foi apresentado a população moradora destas regiões, que se digne de credito.

Foto: Site Visão Diária    
























































Em junho de 2011, foi apresentado um projeto experimental denominado Transbaião, com um percurso de trem de Simões Filho a Camaçari, regado a muito licor, comida nordestina tipicamente junina, muita dança acompanhado de um bom forró, animado por vários trios nordestinos. Seguindo um exemplo do Trem do Forró de Caruaru em Pernambuco, este projeto levou a crê, que iniciativas como aquela surgiriam ou se fortaleciam de modo a fomentar o turismo ou pelo menos melhorar as idas e vindas entre as cidades da região metropolitana
Em gestões anteriores, foi apresentada a comunidade camaçariense, um projeto de retirada da referida linha, onde seria implantado um modal férreo fora da cidade, evitando o risco recorrente de cargas perigosas, segundo seus idealizadores.
A população aumenta, o metrô em Salvador começa a se estender direcionando a outros municípios e será um grande desafio para os novos prefeitos e os reeleitos, buscarem inserir Camaçari e as demais cidades, dentro de um plano de mobilidade regional, que permite a população o acesso a transporte de massa, com qualidade, preço acessível e agilidade em suas operações, seja eles trens passageiros, Veículo Leve Sobre Trilho-VLT, ou outro modelo apontado em estudos.






                                      




                                            



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quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Programa Bolsa Verde

Fonte: http://www.mma.gov.br/desenvolvimento-rural/bolsa-verde



O Bolsa Verde é um programa de transferência de renda para famílias em situação de extrema pobreza que vivem em áreas de relevância para a conservação ambiental. Funciona como um incentivo às comunidades para que continuem usando, de forma sustentável, os territórios onde vivem.

O programa concede R$300 reais, de três em três meses, para as famílias que sejam beneficiárias em áreas para a conservação ambiental, respeitando as regras de utilização dos recursos. O benefício será concedido por dois anos, podendo ser renovado.

Esse benefício, criado no âmbito do plano Programa Brasil Sem Miséria, é destinado àqueles que desenvolvem atividades de uso sustentável dos recursos naturais em Reservas Extrativistas, Florestas Nacionais, Reservas de Desenvolvimento Sustentável federais e Assentamentos Ambientalmente Diferenciados da Reforma Agrária. Também podem ser inclusos no Programa territórios ocupados por ribeirinhos, extrativistas, populações indígenas, quilombolas e outras comunidades tradicionais, além de outras áreas rurais definidas por ato do Poder Executivo. O Programa representa um passo importante na direção de reconhecer e compensar comunidades tradicionais e agricultores familiares pelos serviços ambientais que prestam à sociedade.

O Bolsa Verde - instituído pela Lei nº 12.512, de 14 de outubro de 2011, e regulamentado pelo Decreto nº 7.572 , de 28 de setembro de 2011 – possui como objetivos:

1) incentivar a conservação dos ecossistemas (manutenção e uso sustentável),
2) promover a cidadania e melhoria das condições de vida,
3) elevar a renda da população em situação de extrema pobreza que exerça atividades de conservação dos recursos naturais no meio rural, e
4) incentivar a participação dos beneficiários em ações de capacitação ambiental, social, técnica e profissional.
CONTATO

Gerência de Gestão Socioambiental
Departamento de Extrativismo
Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável
Ministério do Meio Ambiente
Esplanada dos Ministérios, bloco B, 7º andar, sala
Cep. 70.068-901 – Brasília/DF
Tel. (61) 2028-1143
Email: bolsaverde@mma.gov.br
Facebook: www.facebook.com/ministeriomeioambiente
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Jacobina: Secretaria de Meio Ambiente alerta população para risco de incêndio

quarta-feira, 26 de outubro de 2016 Jacobina, Notícias




A primavera e o verão são estações muito aguardadas, especialmente para quem gosta de sair de casa e curtir a natureza. No entanto, é exatamente nesse período – de setembro a março – que ocorre grande parte dos incêndios/queimadas que também atingem o município de Jacobina.
“O fato é que a temporadas de incêndios já começou e diante desse problema, a importância de conscientizar à população sobre os riscos e prejuízos causados pelas queimadas se torna ainda mais evidente”, explica o secretário de Meio Ambiente do Município de Jacobina. As causas das queimadas são diversas: baixa umidade do ar, descuido de agricultores que ainda usam práticas rudimentares para o “preparo” do solo, crença popular – queima-se para vir a chuva -, e até atos criminosos.
Nas últimas semanas a equipe da Secretaria de Meio Ambiente, com o apoio de brigadistas voluntários, tem atendido chamadas para combater as chamas: Pingadeira, Serra do Monte Tabor, Bananeira, Leader e Cruzeiro são algumas localidades onde já ocorreram incêndios nesta temporada, mas que foram debelados. “As queimadas são crimes ambientais passíveis de punição. Destroem nossas plantas, matam animais, destroem nascentes e polui o ar. Pedimos que a população evite as queimadas, preservem o meio ambiente para esta e as próximas gerações”, disse o secretário.
Para denúncias e chamadas de combate aos focos de incêndio, a população pode acionar a Guarda Municipal de Jacobina por meio do número 153 ou ainda ligar para a Secretaria de Meio Ambiente no (74) 3621 – 2813. (Ascom PMJ)
Jacobina Notícias
 
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Crise, desemprego e alternativas, esse é o novo retrato das ruas e avenidas de Camaçari e outras cidades.

27.10.2016  14:02h








O Brasil passa por mais uma grande crise, como resultado de tudo isso o desemprego está em alta e o brasileiro tem buscado saídas pra aumentar ou mesmo obter uma renda mínima que possa garantir o alimento à mesa. Neste ciclo movimentado por ambulante e suas carrocinhas a paisagem urbana vai mudando de forma desordenada.
Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD/Continua 2016),  divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quinta-feira, 27 de outubro de 2016,  apontam que a  taxa de desocupação no Brasil ficou em 11,8% no trimestre encerrado em setembro de 2016,   afirmando que o país tem hoje 12 milhões de pessoas sem emprego, sendo 437 mil pessoas desocupadas a mais do que no trimestre de abril a junho, e mais de 3 milhões de pessoas em comparação a igual período de 2015.
Assim sendo, não é difícil encontrar uma fotocopia desta realidade nas ruas, avenidas e praças das cidades, onde vários ambulantes disputam espaços entre pedestres, carros e lojas, arriscando atropelamento e ainda ter a apreensão da sua mercadoria e do carrinho, por conta de que na sua grande maioria, os locais são impróprios e os vendedores não estão cadastrados juntos ao setor responsável.


Apelar ao bom-senso, ao principio da razoabilidade, talvez seja a saída mais eficaz aos gestores municipais. Diante de tantas dificuldades que o sistema político impõe ao povo brasileiro, nada mais justo do que dar oportunidade à aqueles que tentam uma renda de forma digna com o suor do seu sacrifício. A falta de solução nestes casos, pode ser uma válvula de escape ou pretexto, para o cidadão já fragilizado, buscar obter sua renda de forma ilícita com praticas de delitos, causando ainda mais transtornos e prejuízos à população.

Valdir Rios – Engenheiro Ambiental
vbrambiental@yahoo.com.br

  

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quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Aplicativo ajuda produtor rural a se adequar ao Código Florestal

Com o objetivo de auxiliar no reflorestamento e conscientizar a população para a importância de um futuro sustentável, foi desenvolvida, pelo Instituto Escolhas, a plataforma  #Quanto é? Plantar Floresta. A iniciativa busca estimar o valor necessário para restaurar a área de floresta nas propriedades rurais brasileiras. A plataforma teve como base os estudos da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura.

A restauração das florestas está na pauta do governo brasileiro. Durante a 21ª Conferência do Clima (COP 21), realizada em Paris, no ano passado, o governo se comprometeu a recuperar 12 milhões de hectares de florestas até 2030.

Sobre a plataforma, suas vantagens e utilidades, o Brasil Rural desta segunda-feira (24) entrevistou o diretor do Instituto Escolhas, Sérgio Leitão. Ele explicou que a ferramenta é muito simples e ajuda os proprietários rurais a adequarem suas terras ao Código Florestal.
Matéria completa com áudio:  http://radios.ebc.com.br/brasil-rural/edicao/2016-10/aplicativo-ajuda-produtor-rural-a-se-adequar-ao-codigo-florestal:
 
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Estudantes da Bahia desenvolvem dessalinizador de baixo custo

No Brasil, cerca de 35 milhões de pessoas ainda não têm acesso a água tratada, segundo dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS). A informação é preocupante, principalmente se levarmos em consideração a quantidade de doenças decorrentes desse tipo de precariedade, além da qualidade de vida desses moradores que fica comprometida.

Foi após sentir na pele esta situação durante uma visita à comunidade da Lagoa da Pedra, na zona rural baiana, que as estudantes Ingrid Meira, Júlia Lima e Franciele Nunes, do Colégio Estadual Eurides Santana, de Poções (BA), tiveram a ideia de montar um dessalinizador utilizando conceitos de biomatemática.

Para que a população pudesse ter acesso, o protótipo foi montado com materiais de baixo custo, conforme explica a professora e orientadora do projeto Roberta Pereira:

“Foram utilizados vários materiais, entre eles canos de PVC, cola, conexões, e o papel celofane que serviu de membrana. Com relação à montagem, foi criado um manual de instruções para explicar melhor as etapas de construção e ressaltar algumas observações. Já sobre o uso do rejeito, pensou-se na irrigação da erva-sal (atriplex nummularia), que juntamente com o capim e a palma serve para alimentar o gado, e, em grande quantidade, para a criação de tilápias”. 

Os próximos passos do projeto serão adaptar o dessalinizador para filtrar uma maior quantidade de água e diminuir a quantidade de resíduos gerados. No ano passado, a iniciativa foi apresentada na Feira de Ciências e Matemática da Bahia (Feciba) e ainda participou do Desafio Criativos da Escola, que está com inscrições abertas até o dia 18 de outubro pelo site www.criativosdaescola.com.br.

Fonte: http://www2.webradioagua.org/index.php?option=com_k2&view=item&id=177%3Aestudantes-da-bahia-desenvolvem-dessalinizador-de-baixo-custo&Itemid=331 
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VIDHA LINUS

CONSULTORIA AMBIENTAL LICENÇAS,ELABORAÇÃO EIV, PRAD. Av Radial B, 122 Bairro Mangueiral CEP 42807-380 CAMAÇARI - BAHIA 71 3040 5033 99168 5797 VBRAMBIENTAL@YAHOO.COM.BR

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