Meio Ambiente & Desenvolvimento Humano

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sexta-feira, 17 de julho de 2020

I Concurso Fotográfico “BIOMAS BAHIA” , aberta às inscrições.

Com criatividade e tecnologia, amantes da natureza se movimentam mesmo em isolamento.



VALDIR RIOS
Eng Ambiental e Radialista
17 jul 2020 09h52
  

Como prévia para abertura das inscrições que ocorrem nesta sexta-feira (17), o ColorirCidade realizou na última quinta-feira uma LIVE para apresentar o Regulamento do Concurso fotografico Biomas Bahia..

A Explanação ficou por conta de Raíssa - ColorirCidade-Entre Rios e Bianca - ColorirCidade-Camaçari.

As inscrições são gratuitas e se encerram no dia 31 de agosto de 2020, abrindo espaço para todas as pessoas desde fotógrafos profissionais a amadores da fotografia, residentes nos municípios participantes.

A LIVE foi realizada em plataforma de reunião e retransmitida para Facebook e pode ser visualizada no link:
 

No total 15 cidades fazem parte do BIOMAS BAHIA, sendo elas Cachoeira, Itamaraju, Várzea da Roça, Capim Grosso, Camaçari, Entre Rios, Santa Maria da Vitória, Sobradinho, Casa Nova, Juazeiro, Itaberaba, Senhor do Bonfim, Salvador, Jacobina e Ipirá.

O concurso oferece R$ 1.000,00 em premiação que será distribuído aos três primeiros colocados, classificados dentre os 20 finalistas. De acordo com o regulamento, a classificação ocorrerá em duas etapas. A 1º serão escolhidas 20 fotografias dentre todas as inscrições, pelo comitê organizador e a 2º etapa, consiste na votação pelos internautas através da plataforma digital GoogleClassroom entre as 20 fotos selecionadas, selecionando os três primeiros colocados.

As inscrições ocorrerão através da plataforma E-inscrição e a votação final, da 2º etapa classificatória, pelos internautas na plataforma BIOMAS BAHIA.

Se sua cidade faz parte do projeto é só preparar a “velha câmara” ou o celular e fazer a foto, depois torcer para estar entre os três finalistas.

Além do concurso Fotográfico, o BIOMAS BAHIA também vai realizar outras ações, neste período que vai desde as inscrições até o dia 04 de outubro, resultado final.

Tais como:

1. RETRATOS DOS MUNICÍPIOS: uma serie de LIVE’s, onde cada representante local apresentará o seu município;
2. DIA “D”: Dia “D” de Plantio, será realizado um plantio mínimo de 150 mudas de arvores no dia 20 de setembro (semana da arvore). O plantio será individual, cada participante deverá plantar de forma individual sua muda, no quintal; defronte da casa; no sitio; fazenda ou local onde de forma individual realize a missão sem se expor a riscos de saúde.

Para conhecer o projeto, acesse as redes sociais do ColoriCidade e dos seus integrantes. 
Instagram: @colorircidade
e-mail: projetocolorircidade@gmail.com


CARDS DAS CIDADES PARTICIPANTES: 

















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segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Visando resgatar a cultura, ColorirCidade promove "CONCURSO de LAPINHAS".



Concurso de Lapinhas em Várzea da Roça visa resgatar a cultura no sertão


09 dez 2020 14:33h
VALDIR RIOS
Engenharia Ambiental e Radialista


O grupo de voluntários ColorirCidade, promove neste final de ano o 1º Concurso de lapinhas de Várzea da Roça. Este é um concurso inusitado no Vale do Jacuípe, tendo como objetivos o resgate da cultural regional e manutenção dos valores religiosos e familiares.

A LAPINHA

A lapinha é uma retratação advinda da era medieval, sendo realizada como forma de mostrar os acontecimentos que denotam o nascimento de Jesus Cristo (Salvador do mundo para às religiões Cristãs).

O espaço/tempo é compreendido pela vivência e dificuldades da época enfrentado pelo casal Maria e José, que ao fugir da matança aos bebes promovida por Herodes seguindo a Belém tendo que se refugiar em um local onde testemunharia o nascimento de Jesus, provando a humildade do Filho de Deus ao nascer em uma manjedoura. O tempo está compreendido entre o nascimento e a visita do 3 Reis magos à Sagrada Família.

A LAPINHA NO VALE DO JACUÍPE

A tradicional lapinha é feita através de elementos naturais como palha, concas de Ouricuri, sisal, areia, pedras, búzios, plantas e artesanatos feito de barro e madeira a exemplo do rio, animais e a própria manjedoura com os personagens: Reis Magos, Maria e José, Santos e o próprio menino Jesus.
Em alguns eventos era feita a lapinha com figuras vivas, fazendo o papel dos personagens da história.

O CONCURSO

O concurso acontece agora no mês de dezembro tendo início no dia 13 de dezembro na data do aniversário do rei do Baião LUIZ GONZAGA e encerra no dia 05 de janeiro de 2020, data que comemora o dia dos Santos Reis.

Os participantes poderão fazer sua inscrição através de envio de fotos e serem enviadas ao grupo e a seleção dos 10 TOP,s será feito através dos internautas nas redes sociais do COLORIRCIDADE.
Os finalistas

Dos escolhidos pelos internautas, sairão os quatro finalistas e suas colocações, feitos através de visitas aos locais e posterior escolha da Comissão Julgadora devendo ser divulgada no dia 05 de Janeiro de 2020.

A Premiação

Serão oferecidos prêmios extras doados pelo comerciantes locais, artesãos e moradores.
A premiação oficial será em dinheiro. Sendo:

R$   100,00 1º lugar
R$     75,00 2º lugar
R$     50,00 3º lugar
R$     25,00 4º lugar

Maiores informações estarão disponíveis no https://www.facebook.com/colorirvarzeadaroca.varzea, a partir desta quarta-feira (11). Além disso pode ser realizado contato direto com Watts App (71) 99168-5797

O grupo ColorirCidade, pedi à população que apoie, contribua e incentive às pessoas a realizarem as lapinhas, por acreditar que a valorização da cultura é a valorização da própria sociedade, sendo esta a identidade de um povo.






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sábado, 9 de novembro de 2019

O FAMOSO FUMO DE ROLO



Local: Capim Grosso Bahia.
Volta e meia tenho passado neste local e tem me chamado a atenção estes fumos de rolo na porta desta casa, desta vez parei e fiz um vídeo curto para retratar a história.
Vamos a história:
ANO: 1971/1972
LOCAL: Fazenda Boa Vista, várzea da Roça, Bahia
Lembro bem da varanda da antiga casa ocupada por uma escola multiseriada de nome Tiradentes, onde se aprendia em poucos tempos a rabiscar o nome e a soletrar as primeiras misturas de consoantes com vogais que vinha no pequeno ABC e adiante na famosa cartilha.
Para garantir um bom resultado no ensino o professor (a) tinha com auxiliar a tal palmatoria, na língua matuta oficial da época “parmatora”.
Com 6 a 7 anos de idade, entre minhas idas e vindas neste ambiente, sempre buscava a bodega pelo fato de lá ter um queimado (bala, caramelo) ou umas cocadas de licuri.
Neste percurso ficava o varandado, com uma bela vista (inclusive nome da fazenda) que dava para a estrada, naquele tempo o acesso principal entre Capim Grosso a Mairi.
O grande varandado pela sua boa sombra, espaço e dois grandiosos bancos de madeira, era o local escolhido para que as mulheres enroladoras de charuto trabalhassem.
As folhas secas do fumo após uma criteriosa seleção eram enroladas na coxa, onde o delicado dedo daquelas profissionais ia dando o formato do charuto e para dar liga, um certo melado feito com água e açúcar era lambuzado a cada traçado.
Ao final do dia exibiam sua arte, já apontando dois fatores na cadeia produtiva: quantidade e qualidade, um pelo valor a lucrar e o outro pela garantia de satisfação do cliente que segundo elas seriam exigentes.
Pouco anos depois seu Hermes começou a produzir a folha que era levada para o recôncavo onde já havia tradição. Com o avanço da tecnologia surgiu uma tal prensa de madeira e com isso a logística até aquela região facilitou bastante, podendo assim levar um maior quantitativo do refinado produto em seu caminhão.
A referida prensa ficou no seu antigo deposito até o ano de 1987. Em 1985 quando o local foi alugado para a Câmara de Vereadores de Várzea da Roça, a antiga prensa foi abandonada em área aberta, vindo a danificar até que alguém não identificado a levou.
Nas feiras livres o fumo de corda era vendido em cima de um banco que era adaptado para o tipo de atividade e desta forma já se transformava em barraca, que servia para encontro dos admiradores de um bom cigarro feito de fumo. 

Barraca de fumo na feira livre de Várzea da Roça                                                                                Arquivo: Zuriel Rios

A medida de fumo era feita em quarta, ou seja, ¼ da mão. Outra curiosidade era o pedaço de corda de sisal que já ficava com labaredas de fogo acesso durante o dia todo a disposição dos clientes.
Os mais idosos mantinham a tradição de pitar seu cigarro feito em palha de milho seca e quando queiram um fumo forte o pedido era o fumo de Arapiraca - Alagoas. O fumo de tão forte criou o dito popular: “forte é canivete, que corta o fumo de Arapiraca e não espirra”.
Em breve tragaremos mais um taquim da história do charuto varzeano.




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domingo, 6 de outubro de 2019

Camaçari: Povoado de Parafuso. Patrimônio material e imaterial esquecido ao tempo.

ColorirCidade realiza seu Ecofotografia em PARAFUSO.


 

06 out 2019

VALDIR RIOS
Eng. Ambiental e Radialista
71 99168-5797


O ColorirCidade – Camaçari, esteve neste domingo (06), realizando uma visita no Povoado de Parafuso que fica a 8 Km aproximado da sede do município Camaçari.

O grupo é formado por amigos e pessoas que vão se integrando e como voluntários buscam transformar com pequenas ações a forma em que as pessoas se harmonizam com seu espaço, seja rua, praça, escola, povoado e demais espaços de convivência coletiva. Veja matéria do repórter Alex: https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=10212063463501563&id=1823685492

A ação deste final de semana teve como propósito apresentar para própria população de Camaçari e região metropolitano o quanto o Povoado de Parafuso possui de atrativos a ser explorado.

A Igreja da praça, a velha estação, o pequeno mercado a própria pracinha da estação mesmo que precisando de reformas, possui uma sedução às lentes das câmaras fotográficas ou celulares que a cada click leva o visitante a querer adentrar na história, cultura e no próprio patrimônio que por vez encontra-se fechados ou em péssimo estado de conservação e abandono como o mercado e a estação.


A velha estação apesar de não está apta a receber turistas devido a sua estrutura oferecer riscos de acidente, não deixa mesmo assim, de transportar o visitante ao tempo de ouro onde o apito da locomotiva era escutado ao longe e com daí a certeza que vinha o progresso, o desenvolvimento e melhoria econômica do município e população.

O descarrilhamento de um vagão que transportava pinos parecidos com parafusos para fixação de trilhos originou o nome de umas das mais tradicionais localidades de Camaçari, Parafuso. A história é preservada pela cultura da oralidade, ou seja, é passada de geração em geração pelos moradores locais. UPB (2015).

A prainha é um local onde o Rio Joanes criou uma linda paisagem, onde pescadores retiram e alguns poucos barraqueiros retiram seu sustento.


O local carece de melhorias e algumas intervenções de infraestrutura. Calçadas, banheiros públicos, além de serviços essenciais como limpeza pública, coleta de resíduos sólidos, implantação de lixeiras e processo de educação ambiental aos envolvidos trariam grandes benefícios a quem vive da atividade local.

A verdade é de que o atrativo da prainha é maior ao horizonte, onde os olhos não veem detalhes.
A baronesa, as águas turvas com tom de efluente sanitário, lixo às margens do lago, o estado de conservação, estilo e volume alto do som nas barracas, são itens negativos.

Segundo o Engenheiro Ambiental Gerson Iran é possível através de pequenas ações desenvolver um turismo sustentável. Veja sua fala:


As arvores com suas sombras, as canoas a espera do pescador e o colorido das flores se esforçam no intuito de tornar aquele ambiente em um espaço agradável, para que a frequência de pessoas seja mantida.

“Antes da foto, o lixo”.

Em sua caminhada o grupo ainda retirou lixo da praça, reforçando uma campanha quem buscam massificar o lema: ANTES DA FOTO, O LIXO. A ideia é de que o turista antes de fazer foto já deve está preocupado com o destino final do lixo que foi produzido.

A jornada a seguir, deverá acontecer no final de semana vindouro e terão como homenageadas Nossa Senhora Aparecida padroeira do Brasil e Irmã Dulce que estará sendo canonizada no domingo próximo.

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sexta-feira, 4 de outubro de 2019

ColorirCidade, comemora de forma inusitada o aniversário 261 anos de Camaçari.

Aniversário de Camaçari antecipadamente de forma inusitada.


04 out 2019 21:02h
VALDIR RIOS

Eng. Ambiental e Radialista


Na sexta-feira  (27), integrantes do grupo ColorirCidade se reuniram na Praça Monte Negro defronte a Igreja Matriz para homenagear a cidade com poesias, cordel e músicas.


Após registro fotográfico na praça e na antiga estação de trem, os integrantes partiram em direção ao Bairro do Natal onde fica uma arvore   ibiruçú, centenária conforme relatos de moradores e netas de quem a plantou.

                                     Assista o relato:


O percurso foi todo realizado sobre a linha férrea, com pequenas paradas para rememorar histórias, fotografias e desafios impostos nos obstáculos, onde adultos viraram crianças tentando se equilibrar sobre os trilhos.

O evento chegou ao seu ponto alto com a fala dos participantes que aproveitaram para explanar seus pensamentos de gratidão e respeito da cidade.


Após o abraço a gigante arvore embiruçu o autor do Hino de Camaçari acompanhado com coro improvisado entoou o Hino da Cidade e encerrou o momento cívico ao som do parabéns acompanhando pela sanfona do garoto MATEUZINHO DO ACORDEON de apenas 8 anos de idade.

O bate-papo prosseguiu em uma viela ao lado, onde os participantes aproveitaram o som de uma pequena caixa existente no BOTECO da TONITA, para dançar forró sobre o asfalto.

O local além de servir uma variedade de pingas com cascas de paú,  a velha beer é servida gelada e alguns aproveitaram para molhar a goela no simples mas  aconchegante ambiente.

Já no sábado dia do aniversário da cidade, membros do colorir retornou ao local para plantar uma muda da arvore Camaçari (doada pela Arborize).

O plantio foi realizado defronte a gigante ibiruçú que ao longo de seus 120 anos demonstra força e vigor, sendo a mais frondosa arvore existente na área urbana da cidade que agora virou simbólico de resistência e ponto de encontro dos amigos do ColorirCidade que passaram a ser seus guardiões.


REGISTRO FOTOGRÁFICO:






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sexta-feira, 26 de julho de 2019

Artista troca Salvador por Arembepe que passa ser sua fonte de inspiração.


 Arte e artista, formas de manter viva a história.

26 jul 2019 21:10H
VALDIR RIOS
Eng. Ambiental e Radialista


Nesta quinta-feira (25), o final de tarde foi para conhecer a arte e o artista Nilson Carvalho que há 17 anos escolheu Arembepe como refúgio e fonte de inspiração.

Em um condomínio rodeado de arvores frondosas e um harmonioso coral de pássaros, o pincel e a tela são dominados por uma concentração que permite o artista recriar cenários ou repassar da foto para a tela. 


Algumas paisagens são de bairros e cidades a exemplo de Ponta de Humaitá e do Senhor do Bonfim em Salvador, dos tempos que o bondinho ainda era tido como meio de transporte.



CONHECENDO O ARTISTA

O pintor Nilson C. Carvalho nasceu no Bairro do Uruguai em Salvador no ano de 1961.
Há quase duas décadas, reside em Arembepe onde tem seu ateliê e um projeto denominado “artes para todas as idades”. Este projeto é desenvolvido em seu ateliê e comunidades da circunvizinhança.

É compensador viver levando nosso dom e poder compartilhar para pessoas que vive em localidades sem ter acesso ou mesmo condições de pagar um curso ou ir a exposições, afirma Carvalho.

AS DIFICULDADES


O artista conta que desde jovem sua paixão por artes já era visível. Começou com artesanato, mas parou por um tempo e para sobreviver trabalhou em outras atividades e formou-se em administração.

“O município de Camaçari poderia criar   um espaço público permanente de exposição para os artistas da terra, seria a melhor forma de reconhecer e apoiar nosso trabalho”.
                                                                                                                Nilson carvalho (2019).


Sempre desejando mostrar o seu trabalho para que outros jovens pudessem tê-lo como exemplo, de forma planejada, ele retoma a pintura e de como profissional prova que apesar de todas as dificuldades é possível viver da arte.

ACERVO “COSTA DE CAMAÇARI”

São 20  pinturas que fazem parte do acervo “Costa de Camaçari" sendo uma das obras que o notabilizou como um dos maiores nomes da Renascença na Bahia.


Nestas telas especificamente, é retratada a Orla de Camaçari principalmente as praias e a Vila de Arembepe, com destaque para a igreja, que na ultima semana sofreu com ação dos ventos e das ondas forte, que  trouxeram medo assustando a população.

“Arembepe é mais que uma Vila, é minha fonte de inspiração”.
                                                                                                         Nilson Carvalho (2019).

A HOMENAGEM A SANTA DA BAHIA

No ano em que o Vaticano transforma Irmã Dulce na Santa Brasileira, Nilson Carvalho está eternizando a sua imagem.  A tela ainda está na fase inicial da pintura (o que ele prefere chamar de estudo), ou seja preparação da tela, parte em que reconhece os melhores tons a ser aplicado no rosto e vestuário.

A pintura logo que concluída será doado às obras assistenciais de Irmã Dulce em agradecimento aos serviços prestados pelo Hospital Irmã Dulce a toda a Bahia e  em especial a seus familiares.

PINTURAS ABSTRATAS E HISTÓRICAS




A arte e a história são complexas, porém se completam quando o desejo está envolto na ideia de manter vivo os elementos construídos ou vividos por uma comunidade para serem repassadas às futuras gerações.

“Buscamos retratar cenários, momentos ou até pensamento que de alguma forma o artista encontra um meio de jogar na tela com seus tracejados”.
                                                                                                     NILSON CARVALHO (2019)

A AGENDA

A pintura de Nilson já pode ser vista em exposições realizada na Bahia, porém sua arte está presente em vários estados, adquiridos por turistas e pessoas visitaram a Vila e gostando  da arte, levaram um pedaço de Arembepe para suas casas ou empresas.

Para o mês de agosto há previsão de expor nas cidades de Cardeal da Silva e Camaçari - Casa do Poeta.

Para conhecer ou adquirir alguma obra do artista é só fazer agendamento.

FAZENDO CONTATO

Artista:
NILSON CARVALHO
Telefones:
whatsapp (71) 8682-7199 (71) 99938-6430 telefone
Redes sociais:
Instagram. Nilson_artesao

 REGISTRO FOTOGRÁFICO:
1. Acervo "Costa de Camaçari".

 2. Salvador


3. Abstratas, humana e objetos



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VIDHA LINUS

CONSULTORIA AMBIENTAL LICENÇAS,ELABORAÇÃO EIV, PRAD. Av Radial B, 122 Bairro Mangueiral CEP 42807-380 CAMAÇARI - BAHIA 71 3040 5033 99168 5797 VBRAMBIENTAL@YAHOO.COM.BR

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