Meio Ambiente & Desenvolvimento Humano

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Recadastramento biométrico de eleitores será retomado em 9 de janeiro de 2017

Coleta de dados biométricos
19 de dezembro de 2016 - 18h14
O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) irá interromper a partir desta terça-feira (20/12), o recadastramento biométrico de eleitores, nos postos de atendimento da Justiça Eleitoral em Salvador e no interior do estado, por causa do recesso forense, conforme determina a Lei n.º 5.010/66
O atendimento aos cidadãos para realização do serviço será reativado em 9 de janeiro de 2017.  A partir dessa data, os eleitores com inscrição eleitoral em Salvador devem fazer a biometria na Central de Atendimento ao Público (CAP) ou nos cartórios eleitorais, ambos instalados na sede do TRE-BA, na 1ª Avenida do CAB. Outra opção que também estará disponível são os postos do SAC. Confira os horários de atendimento
Atualmente, a Bahia conta 10.570.085 eleitores. Desse total, 1.463.674 já passaram pelo recadastramento biométrico. O objetivo para os próximos cinco anos, de acordo com a Coordenadoria de Eleições (COELE), é convocar os 9.106.411 eleitores restantes, além daqueles que completarem a idade permitida para votar até 2020. 
Documentos necessários 
Para ser atendido o eleitor deverá levar um documento oficial com foto, a exemplo de RG, CNH, carteira profissional, passaporte, carteira de reservista ou certificado de alistamento militar original, além de um comprovante de residência recente. Aqueles que tiveram os dados cadastrais alterados, por entre outros motivos, casamento ou separação, devem levar um documento comprobatório de alteração das informações. 
Atenção também para os que vão fazer a primeira via do título: homens com idade entre 18 e 45 anos devem levar o comprovante de quitação militar. A CNH (Carteira Nacional de Habilitação) não é válida como documento de identificação para o alistamento eleitoral, por não conter nacionalidade/naturalidade, assim como o passaporte, por não conter a filiação. 
Vale lembrar aos eleitores que já fizeram o cadastramento biométrico que não precisam retornar aos postos de atendimento do TRE-BA para passar pelo procedimento novamente. 
DS
Gestor Responsável: Assessoria de Comunicação Social e Cerimonial


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segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

359 municípios sem aterro sanitário na Bahia

Há pouco o que comemorar na data consagrada mundialmente ao Meio Ambiente, quando o assunto é a eliminação dos lixões na Bahia
Por Albenísio Fonseca - Tribuna da Bahia
Há pouco o que comemorar nesse domingo (5/6), data consagrada mundialmente ao Meio Ambiente, quando o assunto é a eliminação dos lixões na Bahia.
Conforme a legislação contida na Política Nacional de Resíduos Sólidos, criada em 2010, foi estipulado um prazo de quatro anos para adequação dos municípios brasileiros, cuja data foi encerrada em 2 de agosto de 2014 e sem que fosse adotada, até agora, qualquer prorrogação nesse prazo.
Nesse sentido, o cenário dos lixões na Bahia sinaliza um quadro bastante dramático. De acordo com dados da Sedur-Secretaria Estadual de Desenvolvimento Urbano os “lixões, ou vazadouros a céu aberto, permanecem como meios adotados pela maioria dos municípios do estado”.  
Nada menos que 359 dos 415 municípios baianos, o correspondente a 86,09%, continuam sem atender à legislação, enquanto outros 22, ou 5,28%, adotam, também de modo inadequado, o descarte dos resíduos sólidos em aterros convencionais.
Vale salientar que alguns desses aterros acumulam resíduos sólidos provenientes de outras municipalidades dentro de ações regionalizadas. Em apenas 32 municípios (11,51%) baianos a disposição final de resíduos sólidos é realizada de modo correto em algum tipo de aterro sanitário.
Tendo em vista a redução de investimentos para solucionar o problema, a Conder-Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia desenvolveu o ASC-Aterro Sanitário Simplificado, sob tecnologia de baixo custo, para facilitar a implantação, quando comparada às demais, em municípios de pequeno porte.
De modo geral e de acordo com parecer do engenheiro sanitarista e ambiental, Mateus Almeida Cunha, “nesta tecnologia são realizadas obras menos complexas, a exemplo da utilização do próprio solo da área escolhida para disposição final, como atenuador do lixiviado ou chorume, efluente líquido do aterro, sem barreira sintética inferior para impermeabilização de base, diferentemente do aterro sanitário convencional.
Sua implantação representa um custo na ordem de R$ 180 mil a R$ 260 mil por município, enquanto um aterro convencional demanda investimento da ordem de R$ 1.358.000.
Reintegração
Até 2007, o Governo do Estado construiu 55 aterros sanitários em todo o estado, utilizando, inclusive, o regime de compartilhamento entre municípios vizinhos nos aterros implantados.
No caso da Bahia, em que pese a situação crítica de alguns aterros, segundo o engenheiro sanitarista e ambiental da Sedur, é “imprescindível que passem por avaliação da capacidade de revitalização e de expansão, em alguns casos, considerando que possuem aproximadamente 15 anos de vida útil”.
Ainda de acordo com avaliação da Sedur, “a possibilidade de reintegrar os aterros sanitários a um plano regional de gestão não deve ser ignorada, uma vez que houve área desapropriada, recursos investidos e obtidas licenças ambientais”.
Sob outro aspecto, “devem ser incentivadas ações com foco na não geração de resíduos sólidos, minimização, reutilização e reciclagem  economicamente autossuficiente, de modo a buscar a melhor sustentabilidade ambiental do sistema empregado”.
Além disto, de acordo com a avaliação, “deverá ser observado um equilíbrio entre ações escolhidas e obtenção do beneficio de escala (que dependerá do número mínimo de municípios agrupados), princípio que deve ser compreendido como essencial para o processo de regionalização”.
O período para o envio de dados ao SNIS-Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento,  referentes a 2016, teve a prorrogação encerrada na última sexta-feira (3/6). O relatório nacional anual tem lançamento previsto para 15 de dezembro.
Já o relatório Desafio do Lixo, publicado pelo Ministério Público em 2007, sobre a condição de operação dos aterros sanitários implantados na Bahia, sejam convencionais ou simplificados, é apontada como “inadequada”.
Ou, seja, na maioria dos casos, permanecem funcionando como vazadouros a céu aberto. A Promotoria de Meio Ambiente do Ministério Público na Bahia não soube informar o número de ações movidas contra municípios que ainda não adotaram aterros sanitários.
Matéria publicada originalmente no jornal Tribuna da Bahia.
Há pouco o que comemorar na data consagrada mundialmente ao Meio Ambiente, quando o assunto é a eliminação dos lixões na Bahia
Por Albenísio Fonseca - Tribuna da Bahia
Há pouco o que comemorar nesse domingo (5/6), data consagrada mundialmente ao Meio Ambiente, quando o assunto é a eliminação dos lixões na Bahia.
Conforme a legislação contida na Política Nacional de Resíduos Sólidos, criada em 2010, foi estipulado um prazo de quatro anos para adequação dos municípios brasileiros, cuja data foi encerrada em 2 de agosto de 2014 e sem que fosse adotada, até agora, qualquer prorrogação nesse prazo.
Nesse sentido, o cenário dos lixões na Bahia sinaliza um quadro bastante dramático. De acordo com dados da Sedur-Secretaria Estadual de Desenvolvimento Urbano os “lixões, ou vazadouros a céu aberto, permanecem como meios adotados pela maioria dos municípios do estado”.  
Nada menos que 359 dos 415 municípios baianos, o correspondente a 86,09%, continuam sem atender à legislação, enquanto outros 22, ou 5,28%, adotam, também de modo inadequado, o descarte dos resíduos sólidos em aterros convencionais.
Vale salientar que alguns desses aterros acumulam resíduos sólidos provenientes de outras municipalidades dentro de ações regionalizadas. Em apenas 32 municípios (11,51%) baianos a disposição final de resíduos sólidos é realizada de modo correto em algum tipo de aterro sanitário.
Tendo em vista a redução de investimentos para solucionar o problema, a Conder-Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia desenvolveu o ASC-Aterro Sanitário Simplificado, sob tecnologia de baixo custo, para facilitar a implantação, quando comparada às demais, em municípios de pequeno porte.
De modo geral e de acordo com parecer do engenheiro sanitarista e ambiental, Mateus Almeida Cunha, “nesta tecnologia são realizadas obras menos complexas, a exemplo da utilização do próprio solo da área escolhida para disposição final, como atenuador do lixiviado ou chorume, efluente líquido do aterro, sem barreira sintética inferior para impermeabilização de base, diferentemente do aterro sanitário convencional.
Sua implantação representa um custo na ordem de R$ 180 mil a R$ 260 mil por município, enquanto um aterro convencional demanda investimento da ordem de R$ 1.358.000.
Reintegração
Até 2007, o Governo do Estado construiu 55 aterros sanitários em todo o estado, utilizando, inclusive, o regime de compartilhamento entre municípios vizinhos nos aterros implantados.
No caso da Bahia, em que pese a situação crítica de alguns aterros, segundo o engenheiro sanitarista e ambiental da Sedur, é “imprescindível que passem por avaliação da capacidade de revitalização e de expansão, em alguns casos, considerando que possuem aproximadamente 15 anos de vida útil”.
Ainda de acordo com avaliação da Sedur, “a possibilidade de reintegrar os aterros sanitários a um plano regional de gestão não deve ser ignorada, uma vez que houve área desapropriada, recursos investidos e obtidas licenças ambientais”.
Sob outro aspecto, “devem ser incentivadas ações com foco na não geração de resíduos sólidos, minimização, reutilização e reciclagem  economicamente autossuficiente, de modo a buscar a melhor sustentabilidade ambiental do sistema empregado”.
Além disto, de acordo com a avaliação, “deverá ser observado um equilíbrio entre ações escolhidas e obtenção do beneficio de escala (que dependerá do número mínimo de municípios agrupados), princípio que deve ser compreendido como essencial para o processo de regionalização”.
O período para o envio de dados ao SNIS-Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento,  referentes a 2016, teve a prorrogação encerrada na última sexta-feira (3/6). O relatório nacional anual tem lançamento previsto para 15 de dezembro.
Já o relatório Desafio do Lixo, publicado pelo Ministério Público em 2007, sobre a condição de operação dos aterros sanitários implantados na Bahia, sejam convencionais ou simplificados, é apontada como “inadequada”.
Ou, seja, na maioria dos casos, permanecem funcionando como vazadouros a céu aberto. A Promotoria de Meio Ambiente do Ministério Público na Bahia não soube informar o número de ações movidas contra municípios que ainda não adotaram aterros sanitários.
Matéria publicada originalmente no jornal Tribuna da Bahia.
Há pouco o que comemorar na data consagrada mundialmente ao Meio Ambiente, quando o assunto é a eliminação dos lixões na Bahia
Por Albenísio Fonseca - Tribuna da Bahia
Há pouco o que comemorar nesse domingo (5/6), data consagrada mundialmente ao Meio Ambiente, quando o assunto é a eliminação dos lixões na Bahia.
Conforme a legislação contida na Política Nacional de Resíduos Sólidos, criada em 2010, foi estipulado um prazo de quatro anos para adequação dos municípios brasileiros, cuja data foi encerrada em 2 de agosto de 2014 e sem que fosse adotada, até agora, qualquer prorrogação nesse prazo.
Nesse sentido, o cenário dos lixões na Bahia sinaliza um quadro bastante dramático. De acordo com dados da Sedur-Secretaria Estadual de Desenvolvimento Urbano os “lixões, ou vazadouros a céu aberto, permanecem como meios adotados pela maioria dos municípios do estado”.  
Nada menos que 359 dos 415 municípios baianos, o correspondente a 86,09%, continuam sem atender à legislação, enquanto outros 22, ou 5,28%, adotam, também de modo inadequado, o descarte dos resíduos sólidos em aterros convencionais.
Vale salientar que alguns desses aterros acumulam resíduos sólidos provenientes de outras municipalidades dentro de ações regionalizadas. Em apenas 32 municípios (11,51%) baianos a disposição final de resíduos sólidos é realizada de modo correto em algum tipo de aterro sanitário.
Tendo em vista a redução de investimentos para solucionar o problema, a Conder-Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia desenvolveu o ASC-Aterro Sanitário Simplificado, sob tecnologia de baixo custo, para facilitar a implantação, quando comparada às demais, em municípios de pequeno porte.
De modo geral e de acordo com parecer do engenheiro sanitarista e ambiental, Mateus Almeida Cunha, “nesta tecnologia são realizadas obras menos complexas, a exemplo da utilização do próprio solo da área escolhida para disposição final, como atenuador do lixiviado ou chorume, efluente líquido do aterro, sem barreira sintética inferior para impermeabilização de base, diferentemente do aterro sanitário convencional.
Sua implantação representa um custo na ordem de R$ 180 mil a R$ 260 mil por município, enquanto um aterro convencional demanda investimento da ordem de R$ 1.358.000.
Reintegração
Até 2007, o Governo do Estado construiu 55 aterros sanitários em todo o estado, utilizando, inclusive, o regime de compartilhamento entre municípios vizinhos nos aterros implantados.
No caso da Bahia, em que pese a situação crítica de alguns aterros, segundo o engenheiro sanitarista e ambiental da Sedur, é “imprescindível que passem por avaliação da capacidade de revitalização e de expansão, em alguns casos, considerando que possuem aproximadamente 15 anos de vida útil”.
Ainda de acordo com avaliação da Sedur, “a possibilidade de reintegrar os aterros sanitários a um plano regional de gestão não deve ser ignorada, uma vez que houve área desapropriada, recursos investidos e obtidas licenças ambientais”.
Sob outro aspecto, “devem ser incentivadas ações com foco na não geração de resíduos sólidos, minimização, reutilização e reciclagem  economicamente autossuficiente, de modo a buscar a melhor sustentabilidade ambiental do sistema empregado”.
Além disto, de acordo com a avaliação, “deverá ser observado um equilíbrio entre ações escolhidas e obtenção do beneficio de escala (que dependerá do número mínimo de municípios agrupados), princípio que deve ser compreendido como essencial para o processo de regionalização”.
O período para o envio de dados ao SNIS-Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento,  referentes a 2016, teve a prorrogação encerrada na última sexta-feira (3/6). O relatório nacional anual tem lançamento previsto para 15 de dezembro.
Já o relatório Desafio do Lixo, publicado pelo Ministério Público em 2007, sobre a condição de operação dos aterros sanitários implantados na Bahia, sejam convencionais ou simplificados, é apontada como “inadequada”.
Ou, seja, na maioria dos casos, permanecem funcionando como vazadouros a céu aberto. A Promotoria de Meio Ambiente do Ministério Público na Bahia não soube informar o número de ações movidas contra municípios que ainda não adotaram aterros sanitários.
Matéria publicada originalmente no jornal Tribuna da Bahia.
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Ministério divulga relatório sobre a Caatinga


Segunda, 02 Janeiro 2017 17:00

Levantamento realizado pelo Centro de Sensoriamento do Ibama mostra redução no desmatamento do bioma entre 2009 e 2011. 

DA REDAÇÃO
O Ministério do Meio Ambiente (MMA) lançou nesta segunda-feira (02/01) dados relativos ao desmatamento na Caatinga. Os relatórios técnicos do Projeto de Monitoramento do Desmatamento dos Biomas Brasileiros por Satélite (PMDBBS) são referentes aos biênios 2009-2010 2010-2011.
A medida dá continuidade à divulgação de série de mapeamentos dos Cerrado, Pampa, Pantanal e Mata Atlântica, também produzidos pelo projeto.
Houve redução significativa no desmatamento da Caatinga, segundo o levantamento, realizado pelo Centro de Sensoriamento Remoto do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA). Os dados mostram que foram suprimidos 494 km² de vegetação nos anos de 2010-2011, uma queda de 56% em relação ao período anterior. Os estados com maior registro de desmatamento foram Piauí, Ceará e Bahia.
PRECISÃO
Os dados foram validados pela Embrapa Semiárido, de Petrolina (PE), com resultados dentro do padrão de qualidade desejado, isto é, precisões globais de 71 e 74 %, respectivamente, para 2009-2010 e 2010-2011.
O projeto já lançou, até o momento, dados dos anos de 2002-2008 e 2008-2009 para Caatinga, Cerrado, Pampa, Pantanal e Mata Atlântica, e de 2009-2010 e 2010-2011 para o Cerrado – divulgados em 2015. Ainda serão lançados os números do desmatamento do ano de 2009-2010 para Pampa, Pantanal e Mata Atlântica, e de 2010-2011 para Pampa e Pantanal.
O PROJETO
O projeto foi criado por meio de acordo de cooperação firmado entre o MMA e o IBAMA para a realização do monitoramento sistemático da cobertura vegetal dos biomas Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal. O objetivo é quantificar desmatamentos de áreas com vegetação nativa, embasar ações e políticas de prevenção e controle de desmatamentos ilegais e subsidiar políticas públicas de conservação da biodiversidade e de mitigação da mudança do clima.
O projeto usa como referência os mapas de cobertura vegetal dos biomas brasileiros produzidos pelo MMA/PROBIO (Projeto de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira) e publicados em 2007 (cujo ano-base das imagens foi de 2002, em escala de 1:250.000). Iniciado em 2008, o projeto se encerrou, sendo que os mapeamentos a serem lançados estão em fase final de validação.
Em 2015, foi lançada a Portaria nº 365, que institui o Programa de Monitoramento Ambiental dos Biomas Brasileiros (PMABB), com o objetivo de mapear e monitorar o desmatamento, a cobertura vegetal, o uso das terras, a área queimada, os focos de queima, as áreas em recuperação e a extração seletiva. Assim sendo, dados de desmatamento produzidos pelo PMDBBS serão agora gerados pelo PMABB.

Assessoria de Comunicação Social (Ascom/MMA): (61) 2028-1227
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domingo, 1 de janeiro de 2017

"Quem precisa de muito para viver é emocionalmente pobre"



Em entrevista sincera no programa "Mais Você", Augusto Cury, um dos psiquiatras mais badalados do país, fala sobre saúde emocional e dilemas contemporâneos

augusto cury



A apresentadora Ana Maria Braga recebeu nesta terça-feira (1), no matinal Mais Você, o médico psicanalista Augusto Cury. Autor de best-sellers de autoajuda e bem-estar, o paulista participou de um longo papo sobre satisfação pessoal e dilemas do mundo contemporâneo.
Logo de cara, Ana perguntou se ele se considerava realista, otimista ou pessimista. “Sou um otimista realista”, se apresentou, explicando que o otimista não se preocupa muito com as consequências de seus atos, enquanto o otimista realista se importa com suas ações e é, ao mesmo tempo, regado por esperança.
Nem sempre foi assim. Quem escuta as sábias palavras de Cury não pode imaginar as tristezas de seu passado. A conversa continuou cercando as histórias da faculdade de medicina, que cursou na juventude. Durante a formação, por um quadro depressivo, se afastou das obrigações acadêmicas para mergulhar em autoconhecimento. Cury contou que sofre hipersensibilidade, um patamar além da sensibilidade que todos temos, capaz de causar dor e angústias. Para aplacar essas sensações, começou então a escrever. E, finalmente, depois desta fase de caos emocional, encontrou-se na psiquiatria.
Pessoas emocionalmente famintas
Foi a partir dela que começou a estudar o comportamento humano. Como um dos exemplos, cita as pessoas emocionalmente famintas, que são pautas de suas pesquisas. “Existem aqueles que são mendigos emocionais. Morando em belas casas e apartamentos, eles mendigam o prazer de viver, pois precisam de muitos eventos para ter prazer. Por isso, temos recomendado que os pais não deem muitos presentes para seus filhos, porque podem viciar o córtex cerebral a necessitar cada vez mais de eventos para sentir pequenas experiências de contentamento. A melhor nutrição é a formação da criança. O melhor presente que os pais podem dar aos filhos é a sua história”, afirma.
Para ele, o cárcere desses sentimentos é perigoso. “Se a pessoas é minimamente atendida, o que vai transformá-la em alguém emocionalmente rico é o quanto ‘ela faz muito do pouco’. Quem é emocionalmente pobre precisa de muito, de aplausos, para sentir migalhas de prazer. O segredo da felicidade inteligente se encontra nas coisas simples. Se você não encontrar a felicidade nas pequenas coisas, será um miserável morando em palácios”, explica
“Ninguém pode mudar alguém”
Outro dilema, desta vez claramente contemporâneo, é a questão do ciúme no contexto de redes. Para ele, existe o moderno conceito de “saudade de mim”, que trata-se do hábito de cobrar do outro a atenção, o amor e o afeto que não se tem com a própria saúde emocional.
Um dos passos para se livrar deste problema seria cobrar menos das pessoas que amamos para não levar a vida a ferro e fogo. “Eu sempre digo que as coisas ficam mais difíceis quando tentamos modificar os outros. Elogie e troque mais. Ninguém pode mudar alguém, apenas piorá-lo”, finaliza.
Disponível: http://claudia.abril.com.br/sua-vida/quem-precisa-de-muito-para-viver-e-emocionalmente-pobre/
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De bicicleta, Sérgio Meneguelli toma posse da prefeitura de Colatina no ES

01/01/2017 10h30 - Atualizado em 01/01/2017 10h36

O prefeito eleito foi de bicicleta para a posse e prometeu construir ciclovias.
Meneguelli tomou posse na Câmara Municipal, às 10h.

Do G1 ES


Sérgio Meneguelli toma posse da prefeitura de Colatina (Foto: Alessandro Bachetti/ TV Gazeta)Sérgio Meneguelli toma posse da prefeitura de Colatina (Foto: Alessandro Bachetti/ TV Gazeta)

O prefeito eleito de Colatina, Sérgio Meneguelli (PMDB), e o vice Guilherme Ribeiro tomaram posse na manhã deste domingo (1), por volta de 10h, na Câmara Municipal.
Meneguelli foi para a Câmara Municipal de bicicleta. Ele mora a cinco minutos do local. Segundo o prefeito eleito, ele irá trabalhar de bicicleta todos os dias. “Já é um hábito meu”, disse.
Durante o pronunciamento de posse, Meneguelli disse que vai construir ciclovias na cidade para incentivar uma vida mais saudável.
Sérgio Meneguelli (PMDB) foi eleito no dia 2 de outubro, em primeiro turno, prefeito de Colatina. Segundo a Justiça Eleitoral, ele recebeu 19.689 votos, o que equivale a 30,24% dos votos válidos. Em segundo lugar ficou o candidato Tadeu Marino (PSB), com 14.475 votos, o que corresponde a 22,23% dos votos válidos.
Sérgio Meneguelli toma posse da prefeitura de Colatina (Foto: Alessandro Bachetti/ TV Gazeta)Sérgio Meneguelli toma posse da prefeitura de Colatina (Foto: Alessandro Bachetti/ TV Gazeta
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Municípios são convidados a participar de censo

28/12/2016 09:10


Todos os gestores municipais de meio ambiente estão convidados a participar do censo da Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente (Anamma), realizado com o apoio do Ministério do Meio Ambiente (MMA). Por meio do questionário, a Anamma poderá conhecer um pouco mais da gestão ambiental nos municípios do Brasil. Projetos, ações e demandas dos órgãos serão mapeados e ajudarão a direcionar políticas públicas e investimentos.

O censo é realizado por meio de questionário que pode ser acessado aqui.

“Participar do censo dá visibilidade ao município e abre portas para apoios institucionais. Pela grande quantidade de municípios no Brasil, é impossível que o MMA tenha um relacionamento direto com cada um. A Anamma faz essa ponte fundamental”, explica o diretor do departamento do MMA responsável pelo Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama), Reynaldo Morais.

O questionário pode ser preenchido até o dia 5 de junho de 2017. O prazo foi prorrogado com o objetivo de alcançar o maior número possível de participantes e, assim, chegar a uma ampla representatividade dos municípios brasileiros. 


O QUE É ANAMMA


A Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente (Anamma) é uma entidade civil, sem fins lucrativos ou vínculos partidários, representativa do poder municipal na área ambiental, com o objetivo de fortalecer os Sistemas Municipais de Meio Ambiente para implementação de políticas ambientais que venham a preservar os recursos naturais e melhorar a qualidade de vida dos cidadãos.

Fundada em 1988, em Curitiba, a Anamma tem desenvolvido ações voltadas para o fortalecimento municipal, com várias representações no Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). 

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Meio Ambiente (MMA)





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Consumidor inicia 2017 com bandeira verde na conta de luz

  • 01/01/2017 09h01
  • Brasília
Da Agência Brasil
O ano de 2017 começa com bandeira verde na conta de luz do mês de janeiro. De acordo com o relatório mensal do Operador Nacional do Sistema (ONS), a condição hidrológica favorável determinou o acionamento de usinas térmicas com “Custo Variável Unitário abaixo de R$ 211,28 por megawatt-hora (R$/MWh)”.
“O valor da térmica acionada ficou em 128,65 R$/MWh e possibilitou a manutenção da bandeira verde, sem custo para todos os consumidores de energia elétrica”, diz nota da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
O sistema de bandeiras tarifárias, criado pela Aneel, indica o custo real da energia produzida. Isto possibilita o uso racional do consumo de eletricidade.
As bandeiras tarifárias, de acordo com a agência, funcionam da seguinte maneira: as cores verde, amarela ou vermelha indicam se a energia custará mais ou menos devido às condições de geração de energia elétrica.
Edição: Aécio Amado
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VIDHA LINUS

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