Meio Ambiente & Desenvolvimento Humano

terça-feira, 9 de maio de 2017

Gestão das águas é tema de encontro nacional

Quinta edição do evento acontece em Brasília (DF), de 9 a 11 de maio. Programação inclui visitas técnicas a áreas de conservação.
TINNA OLIVEIRA
Segunda, 08 Maio 2017 17:00

     Estação Ecológica Águas Emendadas
Mais de 250 gestores que atuam nas áreas de Gestão das Águas, Educação Ambiental, Mobilização e Participação Social reúnem-se, em Brasília (DF), nesta semana, de terça (9/5) a quinta-feira (11/5). O V Encontro Formativo Nacional de Educação Ambiental para Gestão das Águas é promovido pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), Agência Nacional de Águas (ANA) e o Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH), com o apoio do Governo do Distrito Federal (GDF). Está prevista a participação do ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, na abertura do evento, às 17h30 desta terça. 
O encontro tem por objetivo o diálogo, a troca de experiências e o fortalecimento da rede de educadores ambientais que atuam na gestão hídrica do país. A iniciativa faz parte do processo de formação continuada e permanente, que é uma das Prioridades do Plano Nacional de Recursos Hídricos (PNRH) para os próximos quatro anos. O evento também visa promover discussões e reflexões que contribuam com o Processo Cidadão, evento preparatório no âmbito do 8º Fórum Mundial da Água, que ocorrerá também em Brasília, em março de 2018. 
Os encontros formativos acontecem a cada dois anos. O evento já foi recebido nas cidades de Salvador (BA) em 2009, de Bento Gonçalves (RS) em 2011, de Ouro Preto (MG) em 2013 e de São Pedro (SP) em 2015. O 5º encontro acontece na Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC). 
Na sexta-feira (12/05) serão realizadas visitas técnicas que apresentarão experiências de educação ambiental locais. Os participantes conhecerão, por exemplo, a Estação Ecológica de Águas Emendadas, na região de Planaltina (DF), e o Jardim Botânico de Brasília. 
Assessoria de Comunicação Social (Ascom/MMA): (61) 2028-1227/ 1311/ 1437
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Cientistas acham células ‘culpadas’ pela calvície e fios brancos

Proteínas presentes nos folículos capilares podem ser a chave para se combater a queda e descoloração dos fios

 Por Da Redação access
 8 maio 2017, 18h39

Homem calvo e grisalho



Pesquisadores americanos descobriram quais células são responsáveis pela calvície e por deixar os fios de cabelos brancos.

 O estudo, publicado nesta sexta feira na revista científica Genes & Development, descreve o mecanismo com o qual as células percursoras das proteínas KROX20, associada ao desenvolvimento dos nervos, e ‘fator célula tronco’ (SCF, na sigla em inglês) produzem fios de cabelo nos folículos capilares e os colorem, respectivamente.

 Com a descoberta, os cientistas esperam desenvolver compostos que possam corrigir a calvície e o branqueamento dos fios.

A descoberta aconteceu por acidente, quando cientistas do Southwestern Medical Center, da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, tentavam identificar como a neurofibromatose tipo I, uma rara doença genética, pode causar tumores nos nervos. 
Ao manipular a proteína KROX20, ligada à patologia, em ratos, os pesquisadores verificaram que ela também está associada à produção de pelos. A substância ativa as células da pele responsáveis pelo nascimento dos fios que, por sua vez, também produzem a SCF, essencial para a pigmentação capilar.
Teste: Pelagem de ratos
Ao suprimir a SCF no camundongo da esquerda, seus cabelos ficaram grisalhos e, em seguida, brancos (University of Texas Southwestern Medical Center/Divulgação)
Em um experimento do estudo, o gene responsável pela produção de SCF foi deletado nos roedores e, como resultado, a pelagem do animal ficou branca. Já quando as células produtoras de KROX20 foram deletadas, nenhum pelo nasceu e os animais ficaram pelados. Os pesquisadores também concluíram que se as células produtoras de KROX20 e SCF estiverem funcionando, elas interagem com os melantócitos – células produtoras de melanina, que pigmentam os fios, e produzem cabelos ‘coloridos’.
 No entanto, o que acontece com essas células nos folículos e quais delas produzem o SCF era desconhecido. Além de descreverem esse processo, os cientistas também descobriram quais células produzem a proteína KROX20.
“Com este conhecimento, esperamos no futuro para criar um composto tópico ou um mecanismo que leve o gene necessário para os folículos capilares, de modo a corrigir a calvície e o branqueamento dos fios”, disse o dermatologista Lu Le, do Southwestern Medical Center, um dos autores do estudo.

http://veja.abril.com.br/ciencia/cientistas-acham-celulas-culpadas-pela-calvicie-e-fios-brancos
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domingo, 7 de maio de 2017

Brasileiros usam estimulantes sexuais de forma irresponsável

Pesquisa realizada em 16 capitais brasileiras identificou que Porto Alegre é a cidade com maior índice. Homens acima de 56 anos estão entre os que mais usam

De acordo com o Ministério da Saúde, quase 60.000 internações por automedicação foram registradas no Brasil, entre 2009 e 2014. O mais curioso é saber que dentro do percentual de homens adeptos à prática, cerca de 10% fazem uso recreativo de estimulantes sexuais: ou seja, usam esse tipo de medicamento de forma irresponsável, sem real indicação médica.

No Brasil, são comercializados cinco tipos de estimulantes e, de acordo com estudo do Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ), Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, lidera o ranking das capitais onde o uso recreativo de viagra, cialis, entre outros é mais expressivo:

1º Porto Alegre – RS: 38%
2º Brasília – DF: 18%
3º Vitória – ES: 15%
4º Goiânia – GO,  Rio de Janeiro – RJ e Curitiba – PR: 13%
5º Recife – PE: 11%

De acordo com o Roberto Vaz Juliano, urologista e membro do Instituto de Urologia do Hospital Oswaldo Cruz, cada medicamento tem dose e posologia únicas, e só deveriam ser utilizados com indicação médica. Entre os principais efeitos colaterais devido ao uso recreativo estão arritmia cardíaca, cefaleia, distúrbios visuais, vermelhidão na pele, tontura, dores musculares e câimbras.

Dos que fazem uso de forma irresponsável, 56% pertencem às classes sócias A ou B, 38% têm idade a partir dos 56 anos e outros 15% têm menos de 40 anos.

A pesquisa foi realizada em 16 capitais brasileiras de todas as regiões do país, com 2.340 pessoas, que responderam o questionário de maneira involuntária.

De acordo com dados do ICTQ, a margem de erro máxima para o total da amostra é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro de um nível de confiança de 95%.

Disponível: http://veja.abril.com.br/saude/brasileiros-usam-estimulantes-sexuais-de-forma-irresponsavel/
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A próxima vítima do aquecimento global

Mudanças climáticas estão prestes a eliminar a Grande Barreira de Corais da Austrália, um dos mais importantes patrimônios naturais da Terra

Jennifer Ann Thomas

As algas dão cor aos corais. Seu desaparecimento causa o fenômeno do “branqueamento” (Ed Roberts/AFP)

 

Ela fica do outro lado do mundo, na costa leste da Austrália, e se estende ao longo de incríveis 2 300 quilômetros. Classificada pela Unesco como um patrimônio global, a Grande Barreira de Corais da Austrália é a maior estrutura do planeta composta apenas de seres vivos, engloba um conjunto de 3 000 recifes e 600 ilhas, ocupa uma área equivalente à do Estado de Goiás, serve de abrigo para 1 625 espécies de peixe — e pode desaparecer do mapa muito em breve. Um estudo da James Cook, uma das principais universidades da Austrália e referência internacional em sustentabilidade, revelou que dois terços dessa magnífica formação estão comprometidos num grau dificilmente reversível. Reportagem de VEJA detalha como está a situação de um dos habitats mais belos – e ricos, em biodiversidade – da Terra.

Para ler a reportagem na íntegra, compre a edição desta semana de VEJA no iOS, Android ou nas bancas. E aproveite: todas as edições de VEJA Digital por 1 mês grátis no Go Read.

Disponível: http://veja.abril.com.br/ciencia/a-proxima-vitima-do-aquecimento-global/

 

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TV Escola produzirá filme sobre revolução pernambucana pela proclamação da República

Sexta-feira, 05 de maio de 2017, 16h44

O Ministro da Educação, Mendonça Filho, o diretor geral da Roquete Pinto Comunicação Educativa, Fernando Veloso, e a cineasta Tizuka Yamazaki assinaram nesta sexta-feira, 5, em Recife, um termo de cooperação para a produção do filme 1817, a Revolução Esquecida, que vai abrir a série História da TV Escola. Trata-se de uma recriação dramatizada da revolta pernambucana pela proclamação da República, ocorrida naquele ano, e contra os gastos excessivos da coroa portuguesa e sua corte.

A obra, com previsão de lançamento para outubro deste ano, terá 50 minutos de duração. Será uma adaptação do romance A Noiva da Revolução, escrito pelo jornalista pernambucano Paulo César de Oliveira. Sua produção foi aprovada pelo Banco de Projetos da Roquete Pinto, parceira da TV Escola desde que ela foi criada pelo MEC, em 1995, para oferecer apoio à melhoria das práticas pedagógicas, com a atualização de professores e a ampliação dos recursos de aprendizagem – dentro e fora da sala de aula.

“O encontro com Tizuka no MEC foi algo meio que acidental”, contou o ministro. “Ela se dirigia à Cultura e terminou na Educação, onde foi acolhida, porque há sensibilidade dentro daquela casa para questões que transformam a realidade de vida de qualquer povo”, contou. “O projeto tocou o meu coração. Sou um amante de Pernambuco, sei de seu valor histórico e democrático no cenário nacional e de lutas libertárias.”

Segundo o ministro, os canais da TV Escola serão cada vez mais fortalecidos para que propostas semelhantes estejam disponíveis, como o começo de um novo legado da Roquete Pinto. “Para projetar o futuro, a gente precisa conhecer a nossa história”, concluiu.

Fernando Veloso, por sua vez, destacou o caráter didático e também de oportunidade da iniciativa: o bicentenário da revolução. “Entre as prioridades da Roquete Pinto está a de colocar a TV escola no protagonismo como referência em televisão pública no Brasil, assumindo um papel importante e inclusivo no audiovisual.”

Tizuka Yamazaki revelou que nunca tinha ouvido falar da Revolução de 1817 e ficou impressionada quando conheceu a história, o que despertou a vontade de retratá-la nas telas. “Eu acho um absurdo, pois significou a mais importante revolta, intencionalmente escondida, apagada. É fundamental que qualquer estudante brasileiro tenha conhecimento desse momento tão glorioso para o país”, enfatizou.

Isabele Lucena é uma das atrizes convidadas para participar do filme (Foto: Rafael Carvalho)

A Revolução de 1817 também foi tema de um documentário realizado por estudantes da rede pública estadual de Pernambuco. Isabele Lucena, estudante do segundo ano da Escola de Referência de Ensino Médio Olinto Victor, na Várzea, bairro da capital pernambucana, disse que as filmagens mudaram a forma de aprender sobre a história do Brasil. “Descobri como eles pensavam na época, a partir de registros, livros e jornais que circularam. Montamos um mosaico de ideias.”
Leia mais:
Revolução de 1817 é narrada sob o olhar de heroína pernambucana
Assessoria de Comunicação Social
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Inscrições para o Enem começam nesta segunda-feira

A prova será realizada em dois domingos consecutivos, nos dias 5 e 12 de novembro. Taxa é de R$ 82


Começam nesta segunda-feira as inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2017. Os candidatos poderão acessar o sistema a partir das 10h. O prazo para se inscrever termina às 23h59 do dia 19 de maio, pelo site do Enem. A prova será realizada em dois domingos consecutivos, nos dias 5 e 12 de novembro.

Disponível: http://veja.abril.com.br/educacao/inscricoes-para-o-enem-comecam-nesta-segunda-feira-3/
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Como os mais pobres estão pagando a farra da corrupção

Dois terços dos pagamentos da Previdência são de um salário mínimo ou menos, e não há como salvar os pobres da reforma. Mas se não fosse a corrupção, daria. 

O gasto total da Previdência previsto para 2017 é de R$ 562 bilhões, contra uma arrecadação de R$ 381bilhões. Isso vai gerar um déficit de R$ 181 bi. É mais do que todo o orçamento da Saúde (R$ 115 bilhões) ou o da Educação (R$ 107 bilhões). Então é lógico: alguma coisa precisa mudar. Só acho que quem passa a vida ganhando dois, três salários mínimos, deveria receber alguma atenção especial – talvez continuar tendo acesso a alguma aposentadoria após 15 anos de contribuição, em vez de ter de pagar INSS por 25 anos, como está na proposta da reforma; talvez lhes permitir que recebam algo antes dos 60 e tantos anos.
De onde sairia o dinheiro? Não é simples. 68% dos pagamentos da Previdência são de um salário mínimo ou menos. Não há como salvar os mais pobres da reforma e cobrir o rombo ao mesmo tempo. Mas tem um detalhe: não fosse a corrupção, daria. Só a diferença entre o orçamento inicial e o atual de 19 obras ligadas à Lava Jato já dá R$ 162 bilhões (R$ 135 bi projetados contra R$ 297 consumidos de fato, segundo um levantamento feito pelo UOL em 2016). Isso é quase todo o déficit da Previdência projetado para este ano – e R$ 20 bilhões a mais que o rombo do ano passado. Não significa que seja tudo superfaturamento, claro. Além de obras ficarem mesmo mais caras com o tempo, boa parte do superfaturamento de praxe já está embutido no orçamento inicial. Não estou comparando perdas que rolaram por mais de uma década com um déficit anual, que, se nada for feito, só vai crescer ano a ano.
Não. A questão não é essa. O ponto é que esse cálculo dá uma medida do volume de dinheiro público que chafurda no lamaçal da corrução – e estamos falando só de 19 obras. Somando isso à avalanche de dinheiro desperdiçado em emprétimos irresponsáveis via BNDES e isenções fiscais sem pé nem cabeça, temos aí um rombo trilionário. A ausência de tal rombo talvez não impedisse a necessidade de uma reforma na Previdência, mas certamente deixaria mais portas abertas para evitar medidas abusivas – e deixar um grande naco da população mais pobre sem aposentadoria, ou qualquer tipo de assistência financeira na velhice, é, sim, abusivo. No fundo, quem está pagando a conta pela farra da corrupção e da incompetência são eles mesmos: os que acordam às 5h da manhã para pegar ônibus lotado em troca de salários que não chegam até o fim do mês, que dirá até o fim da vida. São eles os grandes fiadores da bandalheira.

Disponível: http://super.abril.com.br/blog/crash/como-os-mais-pobres-estao-pagando-a-farra-da-corrupcao/
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VIDHA LINUS

CONSULTORIA AMBIENTAL LICENÇAS,ELABORAÇÃO EIV, PRAD. Av Radial B, 122 Bairro Mangueiral CEP 42807-380 CAMAÇARI - BAHIA 71 3040 5033 99168 5797 VBRAMBIENTAL@YAHOO.COM.BR

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