Meio Ambiente & Desenvolvimento Humano

quinta-feira, 7 de junho de 2018

EUA devolvem à Espanha carta roubada de Cristóvão Colombo achada no Brasil

EUA devolvem à Espanha carta roubada de Cristóvão Colombo achada no Brasil
(Arquivo) Foto mostra estátua de Cristóvão Colombo em Nova York, nos Estados Unidos, em 23 de agosto de 2017 - GETTY IMAGES NORTH AMERICA/AFP
Uma rara e valiosa carta de Cristóvão Colombo, impressa em 1493 e roubada há mais de uma década da Biblioteca da Catalunha, foi devolvida pelos Estados Unidos à Espanha após uma investigação de sete anos que a encontrou no Brasil.
A impressão da carta do italiano Colombo, na qual o “descobridor” da América descreve à coroa espanhola os resultados de sua primeira expedição, foi vendida várias vezes após ser roubada em 2004 ou 2005, a última vez por mais de um milhão de dólares a um colecionador no Brasil, informou o departamento de Justiça americano em um comunicado.
O documento fazia parte da coleção da Biblioteca da Catalunha desde 1918. Foi impresso em Roma por Stephan Plannck em 1493 e se conservam apenas 16 exemplares destas cartas em todo o mundo.
“Estamos realmente honrados de retornar este documento historicamente importante à Espanha, seu verdadeiro proprietário”, disse o procurador David Weiss após sua entrega ao embaixador da Espanha em Washington DC, Pedro Morenés, em uma recepção realizada na residência do diplomata na noite de quarta-feira.
Na carta, Colombo narra o início de sua expedição financiada pela rainha Isabel a Católica após sua partida do Puerto de Palos em agosto de 1492, e tudo que aconteceu na busca das Índias até sua chegada a Lisboa em março de 1493, e dez dias depois a Espanha, acreditando ainda que havia chegado às Índias Orientais.
Tudo começou em 2011, quando a procuradoria de Delaware e a polícia aduaneira receberam uma pista: vários documentos do século XV teriam sido roubados de bibliotecas europeias e substituídos por cópias, sem o conhecimento de bibliotecários ou da polícia desses países.
Uma investigação de sete anos que envolveu as autoridades de Espanha, França e Brasil determinou que a carta roubada de Colombo foi vendida em novembro de 2005 por 600.000 euros (708.000 dólares) por dois livreiros italianos.
Após ficar sabendo que duas impressões à mão da mesma carta tinham sido roubadas e substituídas por cópias em bibliotecas de Florença e do Vaticano, em 2012 um especialista e um policial americano visitaram a Biblioteca da Catalunha em Barcelona e determinaram que a versão da carta de Colombo em sua posse era falsa.
Em março de 2013, as autoridades descobriram que a impressão à mão da carta de Colombo tinha sido revendida pela última vez em junho de 2011 por 900.000 euros (1,062 milhão de dólares no câmbio atual).
Após extensas negociações, a pessoa em posse da carta no Brasil concordou em entregá-la em 2014 a agentes da unidade de investigações da polícia aduaneira.
As autoridades continuam investigando, mas ainda não houve prisões.

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terça-feira, 5 de junho de 2018

O "#Colorir Várzea da Roça", une a população pró-meio ambiente

Semana de Meio Ambiente é comemorado em Várzea da Roça com o projeto de inciativa popular Adote um Ipê.

VALDIR RIOS
05 Jun 2018  10:12h



Deu início neste sábado (02), através do #ColorirVárzeadaRoça, a realização da primeira etapa do Projeto intitulado Adote um Ipê, em comemoração a Semana de Meio Ambiente.

Foram plantados 51 mudas de ipês das cores amarelo, branco e roxo, distribuído na margem direita sentido entrada da cidade até David margeando a ciclovia. Este quantitativo faz parte dos 300 ipês previstos a serem plantadas naquele espaço.

Entendendo o projeto:

O “#ColorirVárzeadaRoça”, (adote um Ipê), pretende colorir a cidade plantando média de 300 ipês na entrada da cidade em ambas margens. Para isso conta com apoio de adotadores, sendo dividido em doadores (aqueles que contribuem doando grades) e cuidadores (aqueles que irão cuidar das mudas regando-as). Os cuidadores são geralmente pessoas que praticam atividade esportiva no espaço, comerciantes e moradores da localidade.
As 300 mudas de ipês foram conseguidos por Roniedson Carneiro (Roni), através de Associações ligadas aos irrigantes onde 200 destas ja se encontram a disposição do projeto.
Adotaram a ideia comerciantes da cidade, políticos, agricultores e cidadãos em geral, a surpresa foi adesão de varzeanos de vários estados. (A relação de adotadores sairão posteriormente).


O início:

Vários amigos se reuniram para discutir questões ligadas ao meio ambiente, desenvolvimento do município e resgate de valores culturais e históricos, surgindo desta forma a ideia de criar uma entidade que atuasse neste campo.

Entre uma reunião e outra, bate papo em grupo de ZAP, decidiram verificar e propor um projeto de inciativa popular criando o Bairro Vereador Hermes Gomes (poligonal da sede da fazenda), reconhecendo a importância histórica e econômica tanto do local quanto do seu criador. 
Em abril foi realizada a visita da equipe na Fazenda e Lagoa de Hermes. O projeto que cria o Bairro Ver. Hermes Gomes encontra-se em fase de elaboração através do Advogado Dr. Danilo Almeida.



SANEAMENTO AMBIENTAL

Na questão de Saneamento Ambiental, a proposta é indicar soluções para os lixões e esgotamento sanitário (fase de conclusão) para que o  poder público possa melhor desenvolver politicas ambientais e melhoria a qualidade de vida dos munícipes. A equipe multidisciplinar realizaram visitas inloco para quem melhor conhecesse a realidade tanto do esgotamento quanto aos lixões. 

      


Figura 1:Lixão sede município criação de porcos no local
2° passo

Para melhor desenvolver as atividades buscaram readequar uma Associação para que também se tornasse um veiculo propulsor destes projetos e assim sai a ADESA – ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL DE VÁRZEA DA ROÇA, (em fase de alteração e mudança de diretoria), sendo de uma reformulação da VAZART.



Quem faz parte?

O #ColorirVárzeadaRoça é formado por Biólogas, Eng. Ambiental, Advogados, estudantes de engenharia, professores, Técnicos Agrícolas, comerciantes, contador, sindicalista, agricultores, profissionais liberais e pessoas da comunidade.

Houve no mês de abril uma visita aos lixões e um relatório esta sendo preparado para discutir com os Vereadores e o Prefeito Municipal uma solução ou remediação nos lixões do município para que se evite novo surto de doenças que origem em vetores deste habitat.



Nascente Rio Urubu afluente do Rio do Peixe - Campo de S. João

Lixão de Campo de S. João

Adicionar legenda

Lagoa de Hermes







Melância lixão de C. de S. João

Lixão de Campo de São João



Lixão sede

Lixão sede



Lixão Várzea do meio

Lixão Várzea do Meio



Lixão Cruz de Almas


As fotos a seguir são do Lixão de Cruz de Almas e lagoa ao seu redor:




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terça-feira, 22 de maio de 2018

Prefeitos de municípios de Alagoas que não fecharam lixões podem responder por improbidade administrativa

Prazo firmado em acordo era 4 de abril. Segundo o MP-AL, 80% dos lixões já foram fechados; parte dos que não fecharam quer prorrogação do prazo, mas promotor ainda avalia pedido.


Por G1 AL
 
Cerca de 23 municípios ainda permanecem com os lixões abertos em Alagoas (Foto: Catarina Martorelli/TV Gazeta)
Cerca de 23 municípios ainda permanecem com os lixões abertos em Alagoas (Foto: Catarina Martorelli/TV Gazeta)
Gestores dos municípios que não fecharam os lixões dentro do prazo previsto no acordo assinado em dezembro de 2017 com o Ministério Público do Estado de Alagoas (MP-AL) e não justificaram o motivo podem responder por improbidade administrativa e até serem afastados do cargo.
A informação foi divulgada pelo promotor de Justiça José Antônio Malta Marques nesta terça-feira (10).
Segundo o MP, cerca de 23 municípios da Zona da Mata e regiões Norte e Sul de Alagoas não atenderam ao acordo, mas parte deles pediu a prorrogação do prazo por conta da dificuldade de chegar ao aterro sanitário de Pilar e esse pedido ainda está sob análise.
Outros municípios não fecharam os lixões dentro do prazo e também não solicitaram prorrogação ou notificaram o MP-AL sobre o motivo de mantê-los em funcionamento. O promotor não disse quais são estes municípios.
Segundo Marques, 80% dos lixões em Alagoas foram fechados, somando os municípos que assinaram o acordo e os que fecharam voluntariamente:
  • Maceió;
  • Olho D'Água das Flores;
  • Batalha;
  • Senador Rui Palmeira;
  • Carneiros;
  • Monteirópolis;
  • São José da Tapera;
  • Olivença;
  • Santana do Ipanema;
  • Belo Monte;
  • Pão de Açúcar;
  • Maravilha;
  • Palestina;
  • Cacimbinhas;
  • Dois Riachos;
  • Major Izidoro;
  • Poço das Trincheiras;
  • Ouro Branco;
  • Jacaré dos Homens;
  • Jaramataia;
  • Canapi;
  • Mata Grande;
  • Inhapi;
  • Água Branca;
  • Pariconha;
  • Delmiro Gouveia;
  • Olho D'Água do Casado;
  • Piranhas;
  • Arapiraca;
  • Limoeiro de Anadia;
  • Coité do Noia;
  • Igaci;
  • Taquarana;
  • Craíbas;
  • São Sebastião;
  • Lagoa da Canoa;
  • Junqueiro;
  • Feira Grande;
  • Girau do Ponciano;
  • Olho D'Água Grande;
  • Paulo Jacinto;
  • Traipu;
  • Campo Alegre;
  • Teotônio Vilela;
  • Tanque D'Arca;
  • Quebrangulo;
  • Porto Real do Colégio;
  • Estrela de Alagoas;
  • Palmeira dos Índios;
  • Maribondo;
  • Minador do Negrão;
  • Belém;
  • Campo Grande;
  • Pilar;
  • Santa Luzia do Norte;
  • Atalaia;
  • Marechal Deodoro;
  • Satuba;
  • Messias;
  • Mar Vermelho;
  • Rio Largo;
  • Coqueiro Seco;
  • Barra de São Miguel;
  • Boca da Mata;
  • Pindoba;
  • Chã Preta;
  • Roteiro;
  • Branquinha;
  • Viçosa;
  • São Miguel dos Campos;
  • Capela;
  • Cajueiro;
  • Anadia;
  • Coruripe;
  • Jequiá da Praia;
  • Flexeiras;
  • São Brás.
Atualmente, o lixo produzido por esses municípios estão sendo encaminhados para o Consórcio Intermunicipal de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (Cigres), para as Centrais de Tratamento de Resíduos (CTR) de Maceió, de Craíbas e Metropolitano, e para o Estre Ambiental S/A de Pernambuco.
O promotor afirma que a partir de agora, haverá constante fiscalização para que os lixões não voltem a funcionar no mesmo local posteriormente.
"O pontapé inicial é o encerramento dos lixões, a partir daí, os prefeitos serão convidados a assinar um TAC [Termo de Ajuste de Conduta] e terão um prazo de quatro a cinco anos para recuperar essas áreas", explicou o promotor.
Promotor José Antônio Malta Marques apresentou nesta terça-feira (10) o balanço dos lixões fechados em Alagoas (Foto: Thamires Ribeiro/G1)Promotor José Antônio Malta Marques apresentou nesta terça-feira (10) o balanço dos lixões fechados em Alagoas (Foto: Thamires Ribeiro/G1)Promotor José Antônio Malta Marques apresentou nesta terça-feira (10) o balanço dos lixões fechados em Alagoas (Foto: Thamires Ribeiro/G1)

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VIDHA LINUS

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