Meio Ambiente & Desenvolvimento Humano

terça-feira, 5 de junho de 2018

O "#Colorir Várzea da Roça", une a população pró-meio ambiente

Semana de Meio Ambiente é comemorado em Várzea da Roça com o projeto de inciativa popular Adote um Ipê.

VALDIR RIOS
05 Jun 2018  10:12h



Deu início neste sábado (02), através do #ColorirVárzeadaRoça, a realização da primeira etapa do Projeto intitulado Adote um Ipê, em comemoração a Semana de Meio Ambiente.

Foram plantados 51 mudas de ipês das cores amarelo, branco e roxo, distribuído na margem direita sentido entrada da cidade até David margeando a ciclovia. Este quantitativo faz parte dos 300 ipês previstos a serem plantadas naquele espaço.

Entendendo o projeto:

O “#ColorirVárzeadaRoça”, (adote um Ipê), pretende colorir a cidade plantando média de 300 ipês na entrada da cidade em ambas margens. Para isso conta com apoio de adotadores, sendo dividido em doadores (aqueles que contribuem doando grades) e cuidadores (aqueles que irão cuidar das mudas regando-as). Os cuidadores são geralmente pessoas que praticam atividade esportiva no espaço, comerciantes e moradores da localidade.
As 300 mudas de ipês foram conseguidos por Roniedson Carneiro (Roni), através de Associações ligadas aos irrigantes onde 200 destas ja se encontram a disposição do projeto.
Adotaram a ideia comerciantes da cidade, políticos, agricultores e cidadãos em geral, a surpresa foi adesão de varzeanos de vários estados. (A relação de adotadores sairão posteriormente).


O início:

Vários amigos se reuniram para discutir questões ligadas ao meio ambiente, desenvolvimento do município e resgate de valores culturais e históricos, surgindo desta forma a ideia de criar uma entidade que atuasse neste campo.

Entre uma reunião e outra, bate papo em grupo de ZAP, decidiram verificar e propor um projeto de inciativa popular criando o Bairro Vereador Hermes Gomes (poligonal da sede da fazenda), reconhecendo a importância histórica e econômica tanto do local quanto do seu criador. 
Em abril foi realizada a visita da equipe na Fazenda e Lagoa de Hermes. O projeto que cria o Bairro Ver. Hermes Gomes encontra-se em fase de elaboração através do Advogado Dr. Danilo Almeida.



SANEAMENTO AMBIENTAL

Na questão de Saneamento Ambiental, a proposta é indicar soluções para os lixões e esgotamento sanitário (fase de conclusão) para que o  poder público possa melhor desenvolver politicas ambientais e melhoria a qualidade de vida dos munícipes. A equipe multidisciplinar realizaram visitas inloco para quem melhor conhecesse a realidade tanto do esgotamento quanto aos lixões. 

      


Figura 1:Lixão sede município criação de porcos no local
2° passo

Para melhor desenvolver as atividades buscaram readequar uma Associação para que também se tornasse um veiculo propulsor destes projetos e assim sai a ADESA – ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL DE VÁRZEA DA ROÇA, (em fase de alteração e mudança de diretoria), sendo de uma reformulação da VAZART.



Quem faz parte?

O #ColorirVárzeadaRoça é formado por Biólogas, Eng. Ambiental, Advogados, estudantes de engenharia, professores, Técnicos Agrícolas, comerciantes, contador, sindicalista, agricultores, profissionais liberais e pessoas da comunidade.

Houve no mês de abril uma visita aos lixões e um relatório esta sendo preparado para discutir com os Vereadores e o Prefeito Municipal uma solução ou remediação nos lixões do município para que se evite novo surto de doenças que origem em vetores deste habitat.



Nascente Rio Urubu afluente do Rio do Peixe - Campo de S. João

Lixão de Campo de S. João

Adicionar legenda

Lagoa de Hermes







Melância lixão de C. de S. João

Lixão de Campo de São João



Lixão sede

Lixão sede



Lixão Várzea do meio

Lixão Várzea do Meio



Lixão Cruz de Almas


As fotos a seguir são do Lixão de Cruz de Almas e lagoa ao seu redor:




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terça-feira, 22 de maio de 2018

Prefeitos de municípios de Alagoas que não fecharam lixões podem responder por improbidade administrativa

Prazo firmado em acordo era 4 de abril. Segundo o MP-AL, 80% dos lixões já foram fechados; parte dos que não fecharam quer prorrogação do prazo, mas promotor ainda avalia pedido.


Por G1 AL
 
Cerca de 23 municípios ainda permanecem com os lixões abertos em Alagoas (Foto: Catarina Martorelli/TV Gazeta)
Cerca de 23 municípios ainda permanecem com os lixões abertos em Alagoas (Foto: Catarina Martorelli/TV Gazeta)
Gestores dos municípios que não fecharam os lixões dentro do prazo previsto no acordo assinado em dezembro de 2017 com o Ministério Público do Estado de Alagoas (MP-AL) e não justificaram o motivo podem responder por improbidade administrativa e até serem afastados do cargo.
A informação foi divulgada pelo promotor de Justiça José Antônio Malta Marques nesta terça-feira (10).
Segundo o MP, cerca de 23 municípios da Zona da Mata e regiões Norte e Sul de Alagoas não atenderam ao acordo, mas parte deles pediu a prorrogação do prazo por conta da dificuldade de chegar ao aterro sanitário de Pilar e esse pedido ainda está sob análise.
Outros municípios não fecharam os lixões dentro do prazo e também não solicitaram prorrogação ou notificaram o MP-AL sobre o motivo de mantê-los em funcionamento. O promotor não disse quais são estes municípios.
Segundo Marques, 80% dos lixões em Alagoas foram fechados, somando os municípos que assinaram o acordo e os que fecharam voluntariamente:
  • Maceió;
  • Olho D'Água das Flores;
  • Batalha;
  • Senador Rui Palmeira;
  • Carneiros;
  • Monteirópolis;
  • São José da Tapera;
  • Olivença;
  • Santana do Ipanema;
  • Belo Monte;
  • Pão de Açúcar;
  • Maravilha;
  • Palestina;
  • Cacimbinhas;
  • Dois Riachos;
  • Major Izidoro;
  • Poço das Trincheiras;
  • Ouro Branco;
  • Jacaré dos Homens;
  • Jaramataia;
  • Canapi;
  • Mata Grande;
  • Inhapi;
  • Água Branca;
  • Pariconha;
  • Delmiro Gouveia;
  • Olho D'Água do Casado;
  • Piranhas;
  • Arapiraca;
  • Limoeiro de Anadia;
  • Coité do Noia;
  • Igaci;
  • Taquarana;
  • Craíbas;
  • São Sebastião;
  • Lagoa da Canoa;
  • Junqueiro;
  • Feira Grande;
  • Girau do Ponciano;
  • Olho D'Água Grande;
  • Paulo Jacinto;
  • Traipu;
  • Campo Alegre;
  • Teotônio Vilela;
  • Tanque D'Arca;
  • Quebrangulo;
  • Porto Real do Colégio;
  • Estrela de Alagoas;
  • Palmeira dos Índios;
  • Maribondo;
  • Minador do Negrão;
  • Belém;
  • Campo Grande;
  • Pilar;
  • Santa Luzia do Norte;
  • Atalaia;
  • Marechal Deodoro;
  • Satuba;
  • Messias;
  • Mar Vermelho;
  • Rio Largo;
  • Coqueiro Seco;
  • Barra de São Miguel;
  • Boca da Mata;
  • Pindoba;
  • Chã Preta;
  • Roteiro;
  • Branquinha;
  • Viçosa;
  • São Miguel dos Campos;
  • Capela;
  • Cajueiro;
  • Anadia;
  • Coruripe;
  • Jequiá da Praia;
  • Flexeiras;
  • São Brás.
Atualmente, o lixo produzido por esses municípios estão sendo encaminhados para o Consórcio Intermunicipal de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (Cigres), para as Centrais de Tratamento de Resíduos (CTR) de Maceió, de Craíbas e Metropolitano, e para o Estre Ambiental S/A de Pernambuco.
O promotor afirma que a partir de agora, haverá constante fiscalização para que os lixões não voltem a funcionar no mesmo local posteriormente.
"O pontapé inicial é o encerramento dos lixões, a partir daí, os prefeitos serão convidados a assinar um TAC [Termo de Ajuste de Conduta] e terão um prazo de quatro a cinco anos para recuperar essas áreas", explicou o promotor.
Promotor José Antônio Malta Marques apresentou nesta terça-feira (10) o balanço dos lixões fechados em Alagoas (Foto: Thamires Ribeiro/G1)Promotor José Antônio Malta Marques apresentou nesta terça-feira (10) o balanço dos lixões fechados em Alagoas (Foto: Thamires Ribeiro/G1)Promotor José Antônio Malta Marques apresentou nesta terça-feira (10) o balanço dos lixões fechados em Alagoas (Foto: Thamires Ribeiro/G1)

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domingo, 25 de março de 2018

Ilha de lixo no Oceano Pacífico é 16 vezes maior do que se imaginava

Com 1,6 milhão de metros quadrados de detritos e 79 mil toneladas de plástico, Grande
Mancha de Lixo do Pacífico tem tamanho equivalente a duas vezes a área da França

Revista Galileu/ Globo

22/03/2018 - 13H03/ ATUALIZADO 13H0303 / P
O
R
Detritos acumulados no oceano (Foto: Divulgação/The Ocean Cleanup)
Localizada no oceano Pacífico, uma mancha de lixo resultado do acúmulo de detritos— principalmente de plástico — era considerada uma das catástrofes ambientais produzidas pela humanidade. Acontece que a extensão dos danos é pior do que se imaginava: a região que fica entre a costa do estado norte-americano da Califórnia e o Havaí tem um tamanho 16 vezes maior do que o estimado, com 80 mil toneladas de lixo plástico que compõem uma área de 1,6 milhão de quilômetros quadrados. 
O estudo, publicado no periódico científico Scientific Reports, indica que a extensão do lixo — que ficou conhecido como Grande Mancha de Lixo do Pacífico — tem uma área de cerca de mais de duas vezes o território da França.
O estudo foi realizado graças à exploração da região por navios da organização Ocean Cleanup Foundation, que recolheram amostras de lixo e mapearam a porção do oceano afetada pelos detritos. Com isso, foi possível recalcular a extensão do problema. 
No local, microplásticos com tamanho de até 5 milimitros se acumulam junto de pedaços de lixo que podem chegar a quase 2 toneladas. Detritos de diferentes países lançados em cursos d'água desaguam no mar e vão parar na região: a incidência de correntes marítimas do Oceano Pacífico favorece a acumulação do lixo nessa região do planeta, em uma tendência que só aumenta.
Mapa indica a extensão do lixo (Foto: Divulgação/The Ocean Clenaup)
Nesta semana, relatório divulgado pelo departamento de ciência do governo do Reino Unido revelou uma tendência nada animadora: até 2025, os oceanos do planeta estarão três vezes mais poluídos com plástico. O problema é que, de acordo com as estimativas, atualmente já existem ao menos 5,25 trilhões de pedaços de plástico com tamanho médio de cinco milímitros que sujam as águas marítimas.
Um estudo divulgado em 2016 pelo Fórum Econômico Mundial de Davos afirmou que até 2050 os oceanos terão mais pedaços de plástico do que de peixes. De acordo com estudos, esses materiais levam ao menos 450 anos para serem totalmente decompostos.
Lixo nos oceanos (Foto: Divulgação/The Ocean Cleanup)

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sábado, 30 de dezembro de 2017

Novos personagens na mesa de debates sobre o clima em 2018

 Cena de 'The Crown', nova série do Netflix

G1

Sábado, 30/12/2017, às 04:00,

Houve um tempo, não muito distante, em que as elites monárquicas tinham um peculiar tratamento antiestresse: a caça. Era só alguém estar de cabeça quente por um motivo qualquer que o remédio recomendado era pegar em armas e matar bichos, alados ou quadrúpedes. Lá se iam, assim, lindos espécimes de nossa fauna. Morriam por uma causa nada nobre.

Estive observando isso numa cena belíssima da série “The Crown”, produzida pela Netflix. O estressado da vez era o rei George VI, aquele que precisava conviver com uma gagueira e uma timidez pouco condizente com sua função na vida. Quando foi informado pelo médico que tinha uma doença grave, câncer no pulmão, George foi caçar belas aves num território perto de seu palácio.

E, enquanto caçava e pensava sobre sua doença, fumava um cigarro atrás do outro.

É possível que os pesquisadores que ajudaram a montar a cena tenham feito de propósito. É fácil, hoje, identificar o elo entre fumo e câncer de pulmão, e ver o rei soltar fumaça em meio a uma crise de tosse remete a maioria dos espectadores a um mundo em que a ciência ainda engatinhava nas questões médicas. Chega a dar nervoso.

Para quem é ligado a causas ambientais, porém, outro detalhe da cena não passará despercebido. A desinformação dos cientistas com relação à doença que ainda hoje é, muitas vezes, fatal, se iguala à falta de conhecimento sobre a importância da biodiversidade, sobre a extinção de algumas espécies. Vivia-se naquela época – falo do meio do século passado – como se a natureza em volta fosse eterna. E aquela elite britânica, lado a lado com outras tantas, dava o pior exemplo quanto ao cuidado com os animais. Desde então, desde sempre, a humanidade só vem marcando gols contra na maneira como trata seus bichos, só porque os consideram animais inferiores.

Foi assim que comecei a minha reflexão para fazer uma espécie de previsão sobre o que pode acontecer no mundo, no ano que começa daqui a pouco, no tema que me compete: o desenvolvimento sustentável. Porque, acima de qualquer coisa, o que a humanidade precisaria ter é coragem para assumir que vem mancando em muitos quesitos, sobretudo porque sempre se imaginou "top dez" em tudo. Está mais do que na hora de botar o pé no chão e dar uma trava nessa super autoavaliação.

Enquanto a vida de George VI se ia, o corpo dele tomado por um tumor maligno, o primeiro ministro Winston Churchill e outros lordes do parlamento se debatiam em questões políticas. O valor da vida, incluindo aí o ambiente em que se vive, perde de goleada para o valor que se dá ao poder, ao capital. Não é possível que, até hoje, passe despercebido este erro grosseiro.

Mas não vamos perder as esperanças, porque, no fim das contas, se estamos debatendo sobre isso num espaço da grande mídia destinado ao tema é porque andamos para a frente, sim. E, se em 2017 Donald Trump enterrou alguns dos progressos e fez retroceder algumas décadas, outro nome surge para tentar alavancar uma empreitada gigante para conter o uso abusivo dos combustíveis fosseis no mundo: Emmanuel Macron, atual presidente da França.

Poucos dias depois do fim da COP23, que reuniu líderes mundiais em Bonn, na Alemanha, convocados pelas Nações Unidas, onde quase nada ficou decidido, Macron chamou os líderes para uma outra reunião, chamada “Um Só Planeta”. Mais de 60 chefes de estado compareceram e até o Banco Mundial entrou na lista das promessas para injetar urgência nas ações para baixar as emissões de carbono. Foram anunciados investimentos de 26 trilhões de dólares em projetos de energia limpa.

Macron falou, e foi enfático: o plano de Donald Trump para tirar os Estados Unidos do Acordo de Paris enfraqueceu as medidas que já poderiam estar mais adiantadas desde a COP21, em 2015, quando o Acordo foi negociado. E, para dar um bom exemplo, prometeu parar de financiar perfurações para achar petróleo em seu país a partir de 2019, “salvo em situações excepcionais”.

As declarações de Macron puxaram uma enxurrada de ações. A Exxon Mobil concordou em publicar uma análise sobre como seus ativos serão vendidos num mundo dois graus mais quente. Quatorze países, incluindo a Alemanha, a Etiópia e a Costa Rica, prometeram desenvolver planos para compensar suas emissões até 2050. Uma aliança liderada por Canadá e Reino Unido para eliminar totalmente o carvão de sua produção incluiu mais países e agora já são 26 no total. Outros 36  países, incluindo a Austrália, a Grécia e as Ilhas Marshall, pediram à Maritime International Organization (Organização Marítima Internacional) que reduza as emissões de frete.

E mais: os líderes caribenhos se comprometeram a investir US$ 8 bilhões, em parceria com bancos de desenvolvimento, para a região se recuperar de furacões. E o preço sobre o carbono também foi uma promessa conseguida na reunião de Macron.

Em resumo, sim, pode ser apenas retórica, podem ser apenas falsas promessas. Mas o importante é que Emmanuel Macron puxou uma liderança sobre o tema.

Correndo paralelo para tentar deixar Trump e sua turma para trás, a China acaba de anunciar um Sistema Nacional de Comércio da Emissão de Carbono. É um passo à frente na direção de um mercado nacional de carbono que, como não podia deixar de ser, pretende ser alçado como o “maior do mundo”. Coisas de chineses.


2018, portanto, pode ser o ano em que os “outros” países começarão a descobrir que não precisam dos Estados Unidos para tomar atitudes em prol de uma mudança de hábitos regida pela decisão de baixar as emissões de carbono e, consequentemente, melhorar um pouco as condições de vida de muitos.  Sempre que eu escrevo dessa forma, fico com a sensação de que os leitores também podem estar julgando esta uma retórica inútil. Vou  legislar em causa própria, mas vou insistir: não é.

Na verdade, “baixar as emissões” é uma expressão que implica em mudanças. Voltando à cena com que iniciei este texto, ninguém pode negar, hoje, que houve uma transformação concreta na sociedade com relação ao hábito de fumar desde que a Ciência demonstrou que este é um hábito que pode levar humanos à morte. É disso que se trata, é disso que estamos precisando.

Uma transformação concreta nos nossos hábitos não quer dizer deixar todos os ganhos para trás, não implica em retrocesso. Mas, sim, pode ser feita justamente a partir dos conhecimentos científicos que hoje estão provando que há um excesso de gases poluentes na atmosfera e que este excesso está causando fenômenos que podem nos afastar, cada vez mais, de uma qualidade de vida. A partir disso, é possível começar a repensar alguns hábitos, incluindo o tratamento que se dá aos animais.

A sugestão está na mesa de debates. E, em 2018, parece que vai ganhar mais pulverização com a entrada de novos personagens na discussão, o que é muito bom. Que venha o novo ano! Feliz festa para vocês, leitores!

G1 
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VIDHA LINUS

CONSULTORIA AMBIENTAL LICENÇAS,ELABORAÇÃO EIV, PRAD. Av Radial B, 122 Bairro Mangueiral CEP 42807-380 CAMAÇARI - BAHIA 71 3040 5033 99168 5797 VBRAMBIENTAL@YAHOO.COM.BR

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