Análises do DNA do vírus, publicadas na revista 'Nature', mostram que o zika chegou ao Brasil entre 2013 e 2014 e migrou para outros países do continente
24 maio 2017, 18h18 - Atualizado em 24 maio 2017, 18h43

A análise, feita com análises de DNA de 110 sequências de genéticas do vírus encontrado em dez países, constitui o maior banco de dados sobre o zika. (VEJA.com/VEJA/VEJA)
Um grupo internacional de cientistas mapeou diferentes amostras do vírus zika e descobriu como aconteceu sua dispersão pelas Américas. De acordo com três estudos, publicados nesta quarta-feira na revista Nature , o zika já circulava no nordeste do Brasil entre o fim de 2013 e o início de 2014, cerca um ano antes que as primeiras infecções fossem confirmadas, em março de 2015. Do país, ele partiu para países como Colômbia, Honduras, Porto Rico, ilhas do Caribe e Estados Unidos.
A análise, feita com análises de DNA de 110 sequências de genéticas do vírus encontrado em dez países, mostra que o microrganismo estava presente nos países cerca de quatro meses a um ano antes de as primeiras infeções serem detectadas. O estudo constitui o maior banco de dados sobre o zika, essencial para combater o vírus que infectou mais de 200.000 pessoas apenas no Brasil.
A análise, feita com análises de DNA de 110 sequências de genéticas do vírus encontrado em dez países, constitui o maior banco de dados sobre o zika. (VEJA.com/VEJA/VEJA)
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