Meio Ambiente & Desenvolvimento Humano

sábado, 18 de março de 2017

FNDE lança cartilha de apoio a prefeitos e gestores educacionais

De forma didática, a publicação traz orientações desde o acesso aos programas às suas prestações de contas

17/03/2017                  Fonte: FNDE
 
O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) lançou, neste mês de março, a cartilha FNDE em Ação, que traz um resumo das principais ações da autarquia, voltadas às administrações municipais, estaduais e comunidades escolares. O objetivo da publicação é facilitar o acesso dos 26 estados, do Distrito Federal, dos 5.570 municípios e de cerca de 156 mil escolas públicas de todo o país aos programas, sistemas e ferramentas da autarquia. A publicação traz instruções essenciais para que prefeitos, secretários de educação e gestores educacionais se familiarizem com os programas finalísticos e possam acessá-los de forma mais prática.

O presidente do FNDE, Silvio Pinheiro, enfatizou a necessidade deste guia prático. “A maioria das demandas que recebemos no dia a dia do FNDE são decorrentes do pouco conhecimento dos gestores em relação ao acesso e manuseio de nossos programas e ações. Por isso, pensamos nesse material, que é simples, didático e vai auxiliar milhares de municípios, estados e escolas. As instruções vão desde a forma de se acessar o Programa Nacional do Livro Didático, por exemplo, à forma de se prestar contas no Siope, e tudo com linguagem simples e acessível”, afirmou. “Esta cartilha pertence a todos nós que abraçamos, dia a dia, a boa causa da educação: gestores, técnicos, professores, pais e alunos”, acrescentou Pinheiro.

O assessor de Relações Institucionais do FNDE, Maurício César, destacou a facilidade que a publicação trouxe. “Nós não tínhamos um material sucinto, que conseguisse condensar, ao menos, nossas principais ações. Com a cartilha ficou mais fácil orientar e tirar dúvidas básicas que a maioria dos gestores, prefeitos, deputados e até senadores têm sobre nossos programas e ações”, concluiu. Responsável pela elaboração do material, a assessora de Comunicação, Poliana Oliveira, também comentou o lançamento. “Falar com nosso público de forma simples e prática é nosso maior desafio e a construção dessa cartilha foi pautada justamente nisso. Nossa equipe de publicidade trabalhou com afinco para entregar o melhor produto, no menor tempo possível.”

A cartilha FNDE em Ação traz informações sobre o que são os programas, qual a forma de acessá-los, suas principais características, como prestar contas, entre outras informações. São destaques da publicação: Alimentação Escolar; Biblioteca da Escola; Caminho da Escola; Compras Governamentais – Registro de Preços Nacional; Dinheiro Direto na Escola; Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb); Livro Didático; Plano de Ações Articuladas (PAR); Proinfância; Salário-Educação; Siope e Transporte Escolar.

Para fazer download da cartilha FNDE em Ação, clique aqui.
Prefeitos e gestores que desejam mais informações, favor entrar em contato pelo e-mail fndeemacao@fnde.gov.br 
Fonte: FNDE
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Escola do Distrito Federal se destaca por ações positivas para uso consciente da água

O Centro Educacional Agrourbano Ipê, em Brasília, desenvolve há seis anos projetos de soluções sustentáveis para o bom uso da água, envolvendo os alunos e a comunidade local (Foto: TV MEC) Sexta-feira, 17 de março de 2017, 17h08
MEC

Todos os dias nos deparamos com cenas corriqueiras de desperdício de água. Um banho demorado, uma torneira pingando, uma descarga disparada. A torneira da pia que permanece aberta enquanto a louça é lavada. Essas situações estão presentes em diversos ambientes: em casa, na escola, no trabalho. Muitas vezes, é difícil fazer o uso racional e consciente da água. Mas não para o Centro Educacional Agrourbano Ipê, em Brasília.
A escola, com sede no Riacho Fundo II, é um exemplo de consciência coletiva. Há seis anos a instituição desenvolve projetos que agregam soluções sustentáveis para o bom uso da água, envolvendo os alunos e a comunidade local. As ações são realizadas desde 2010, quando a escola foi inserida no projeto Escolas Sustentáveis, do Ministério da Educação.

A vice-diretora do centro educacional, Jedilene Lustosa, defende a iniciativa. “Não basta economizar; precisamos ter atitudes que preservem a água em todo o seu ciclo”. Segundo Jedilene, a conscientização no uso da água ocorre em todas as áreas da escola. “Na cantina, a gente reutiliza o resto de frutas para a nossa composteira; na limpeza, eliminamos o uso da mangueira e só usamos balde”, diz. “Quem chega à escola sabe que aqui tem esse trabalho com a sustentabilidade.”

Um dos projetos culminou na construção de um tanque para criação de tilápias. O professor de ciências e biologia da unidade, Leonardo Hatano, explica que a iniciativa foi pensada com o intuito de fazer com que uma família pequena conseguisse o sustento com a produção de sua própria chácara. “O coração principal desse sistema é o tanque de peixe”, afirma.

“A partir desse tanque, nós temos a produção de uma proteína de alta qualidade, já que a proteína do peixe é saudável”, exemplifica o professor. “Além disso, são produzidas diversas plantas, que irão fornecer carboidratos e vitaminas para essa família poder se sustentar”. Leonardo explica, ainda, que a água retorna para o tanque de forma oxigenada, o que viabiliza a economia de água quando comparado ao sistema tradicional de cultivo de peixe. A construção de um segundo tanque já está em andamento.

Reutilização – Em outra iniciativa, a água da chuva tem sido aproveitada para a limpeza das dependências do centro educacional Agrourbano Ipê. Para a diretora da unidade, Sheila Pereira da Silva Mello, além do envolvimento dos alunos, que levam adiante as boas práticas, a economia na escola já é visível, o que gera benefícios para todos.

“Em outubro, nós estávamos com 110 metros cúbicos de água; em novembro passamos a 68. Este ano, nós já pudemos perceber com o início do ano letivo que chegamos a 38 metros cúbicos de economia”, comemora. “O propósito desse trabalho é a conscientização que nós estamos conseguindo ensinar aos nossos alunos e servidores. Vemos que é um trabalho eficiente na conscientização da importância de economizar a água.”

Agrofloresta – A instituição também criou um sistema agroflorestal, que busca um equilíbrio natural do ecossistema com o intuito de restaurar florestas e recuperar áreas degradadas. Essa cultura ainda incentiva o combate às pragas sem o uso de agrotóxicos – como tem acontecido na propriedade de Julião de Assis. Ele é avô de uma aluna do centro educacional Agrourbano Ipê e permitiu que o projeto dos estudantes fosse expandido para fora dos muros da escola.

“Os professores vieram e nos ensinaram como plantar, como fazer os canteiros, como adubar. Agora aqui é tudo orgânico”, garante. “Não tem nada mais, nem química, nem inseticida, nem fogo. É aí que a gente vê que o negócio vai dar certo, porque além de ajudar o meio ambiente, a nossa saúde vai melhorar”. A expectativa de Julião é de que seus filhos e netos deem prosseguimento ao projeto.

Resultados – O professor Leonardo Hatano relata que, com a experiência, não só as notas dos estudantes melhoraram, mas o próprio envolvimento com o conteúdo tem surpreendido. “A principal mudança é a motivação dos alunos; eles estarem a toda hora querendo vir aqui trabalhar nesses projetos”, celebra. “O que eu notei mesmo foi que nossas ações realmente criaram um aprendizado significativo para os alunos.”

Wynne Costa, de 13 anos, se orgulha dos projetos da escola em que estuda e já planeja levar o aprendizado do dia a dia no ambiente escolar para casa. “Quero fazer uma horta vertical, onde quero colocar plantas medicinais e temperos. Também quero fazer um jardim na minha janela”. A estudante garante não ver dificuldades. “Não é difícil, não. Eu acho legal por isso: porque economiza água, você reutiliza coisas, faz a reciclagem e ainda consegue plantinhas. E ainda fica bonito.”

As lições motivam da mesma forma a estudante Luana Jesus. Ela inclusive já planeja o que fazer quando ingressar na faculdade: engenharia ambiental. A escolha do curso, explica, parte da certeza de que irá colaborar também para a preservação do meio ambiente. “Eu acho bom porque a gente pode praticar, plantar, fazer o que a gente gosta”, afirma. “A escola me ensinou que plantar é muito bom. E ajuda o mundo, porque ajuda nas nascentes, ajuda a não poluir e é sustentável também porque a gente pode tirar alimentos da natureza sem agrotóxicos.”

Assessoria de Comunicação Social
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Com investimentos de R$ 8 milhões, Policlínica de Petrolina atende a partir desta segunda


Sexta-feira, 17 de março de 2017, 16h05    MEC

O Ministério da Educação inaugurou, nesta sexta-feira, 17, a primeira etapa da Policlínica da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) no município de Petrolina, em Pernambuco. Foram investidos R$ 8,4 milhões. Na ocasião, o ministro da Educação, Mendonça Filho, anunciou a liberação de R$ 1,4 milhão para a segunda etapa da nova unidade. O investimento vai permitir a aquisição de equipamentos para o setor de imagem e para o bloco cirúrgico da policlínica.
A unidade de saúde vai funcionar no conceito hospital-dia. A partir da próxima segunda-feira, 20, vai realizar atendimentos ambulatoriais por meio de regulação de usuários egressos do Hospital Universitário da Univasf e de encaminhamentos das secretarias de saúde da região. Desde maio do ano passado, os investimentos do MEC na Univasf já somam R$ 13,2 milhões, incluídos os recursos direcionados à Policlínica.
O ministro Mendonça Filho lembrou que a conclusão dessa obra foi um compromisso que assumiu junto à Univasf e à população, assim que passou a ocupar a
Ao participar da inauguração da Policlínica, o ministro Mendonça Filho já anunciou a liberação de R$ 1,4 milhão para a segunda etapa (Foto: Rafael Carvalho/MEC)
pasta do MEC. “Esse é um exemplo concreto de uma obra que estava paralisada, meio que cambaleando em muitos momentos, em outros momentos sem nenhum trabalhador sequer e hoje é inaugurada em apenas 10 meses de gestão”, disse, lembrando que a obra se arrastava há oito anos.
O Hospital Universitário é administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). Para o presidente da empresa, Kléber Morais, o momento é ímpar e representa alguns avanços desde que o Governo Federal, em sua atual gestão, passou a dar prioridade à educação e saúde. “Saímos de um orçamento de R$ 2,96 milhões para R$ 3,7 bilhões em 2017 e, além da recuperação física de nossos hospitais, o MEC vem honrando os concursos realizados e os que ainda são necessários.”
De acordo com o reitor da Univasf, Julianeli Tolentino de Lima, a conclusão de uma obra que foi iniciada em abril de 2009 é a realização de um grande sonho. “Serão 150 profissionais trabalhando no novo prédio, para o atendimento ambulatorial gratuito, oferecendo um serviço da melhor qualidade. Vamos fazer valer o investimento”, concluiu.
A policlínica vai contribuir para a estrutura de atendimento médico e hospitalar, não apenas para os moradores de Petrolina, mas também de pacientes de 53 municípios do sertão pernambucano, que não contam com boa infraestrutura de saúde.
O prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, lembrou que a estrutura da policlínica da Univasf vai melhorar as condições de atendimento de diversos municípios da região. “Aqui em Petrolina e Juazeiro, a nossa estrutura hospitalar é muito sobrecarregada. São mais de 53 municípios que vêm em busca de atendimento nos hospitais Dom Malan, Hospital Universitário, Hospital regional de Juazeiro e agora vai para a Policlínica da Univasf”, disse. “A partir de segunda-feira, quando essas portas forem abertas, eu tenho certeza de que os filhos de Petrolina serão muito bem atendidos”, completou.
Ebserh – A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), estatal vinculada ao Ministério da Educação, administra atualmente 39 hospitais universitários federais. O objetivo é, em parceria com as universidades, aperfeiçoar os serviços de atendimento à população, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), e promover o ensino e a pesquisa nas unidades filiadas.
Criada em dezembro de 2011, a empresa também é responsável pela gestão do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf), que contempla ações nos 50 hospitais que integram a rede. Além disso, atua em conjunto com as universidades federais para a gestão de seus respectivos hospitais.
Assessoria de Comunicação Social
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Incêndio de grandes proporções na Cetrel libera fumaça tóxica

Escrito por: Camaçari Notícias - Camaçari - 18 de Março de 2017 
Apesar da Cetrel dizer que o fogo está controlado, hoje pela manhã muita fumaça ainda saia do lugar. Ela também não informa os impactos à saúde das pessoas a curto, médio e longo prazo. Além da Defesa Civil de Camaçari, nenhum órgão governamental se manifestou até o momento passando orientações a população.
Incêndio na Cetrel - Na madrugada de hoje(18/03) as 02h45,  ocorreu um incêndio de grandes proporções na unidade de coo processamento da Cetrel, nas proximidades da fábrica da Continental.

Uma extensa nuvem de fumaça é facilmente vista em toda cidade. De acordo com o coordenador da Defesa Civil, Ivanaldo Soares, que acompanha a operação relata que o incêndio está controlado, porém necessita de acompanhamento por mais 24h.
Segundo o gestor ambiental da Cetrel, Sr. Eduardo Fontoura a população não corre risco imediato.

O incêndio começou no pátio da segunda unidade de coo processamento, através de reação química e se estendeu para onde encontrava armazenado em galões, que armazenavam subprodutos e resíduos derivados de petróleo.

Estudo dos impactos estão sendo feitos e serão apresentados a população através do site da empresa contendo inclusive indicadores do sistema de monitoramento do ar.

Estão mobilizados, boa parte do corpo técnico, analistas e brigadas de apoio de várias empresas das empresas que compõem o Polo petroquímico, Embasa.
 








Disponível: http://www.cn1.com.br/noticias/18/32083,inccendio-de-grandes-proporcccoes-na-cetrel-libera-fumacca-tcoxica.html
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Antropólogos norte-americanos provam associação entre o tamanho médio dos narizes de uma população e a temperatura e umidade do local que ela vive

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Lasanha de cavalo, ovo falso e outros casos de fraude alimentícia


Não é só a carne. Outros alimentos também podem conter segredos desagradáveis - e já estiveram envolvidos em casos de falsificação. Conheça alguns deles:

(Macida Ikyoshno/iStock)





















1 O ovo que não é ovo
Os falsificadores chineses se superaram em 2013, quando aprenderam a falsificar um dos alimentos mais simples e baratos que existem: o ovo. O caso ganhou o mundo em 2012, quando uma moradora da cidade de Luoyang, na província de Henan, viu uma van vendendo ovos a um preço muito barato. Aproveitando o desconto, ela comprou 2 quilos de ovo. Tudo falso. Na verdade, era uma mistura de produtos químicos (alginato de sódio, resina, amido, coagulante e pigmentos), com aromatizante artificial. A casca do ovo era feita com uma mistura de parafina derretida e gesso. Visualmente, fica perfeito – e os falsários vendiam 40% mais barato que os ovos tradicionais. Mas, se ingerido, pode ser altamente tóxico (chegando a causar danos neurológicos).
 2 Chorando pelo leite adulterado
O primeiro caso foi registrado na década de 1850, quando os produtores de Nova York começaram a misturar ovos, farinha e açúcar ao leite para disfarçar que ele estava estragado (ou, pior ainda, continha pus, proveniente de doenças nas vacas). Estima-se que mais de 8 mil crianças tenham morrido, em 1857, por causa desse leite adulterado. Hoje em dia, o problema se concentra na Índia, que é a maior produtora mundial de leite. Numa inspeção feita em Nova Déli, em 2012, a polícia encontrou centenas de galões de leite falsificado: uma mistura de água, ureia, soda cáustica, óleo de cozinha, detergente e um pouquinho de leite em pó. Para fazer um litro do leite falso, os produtores gastam 5 rúpias (cerca de R$ 0,25). Depois, vendem o produto por 30 rúpias (R$ 1,50), cerca de 25% mais barato que o leite normal.
Jamón hecho en China
Em 2008, uma comitiva de empresários chineses visitou a Espanha para conhecer a produção do jamón serrano, um presunto curado que está entre os principais produtos culinários da Espanha. Diziam que queriam importar o jamón, mas não assinaram nada – e, alguns meses depois, lançaram uma versão made in china do embutido. Copiaram o processo de produção, só que usando carne de porco comum, curada por 1/3 do tempo, e colocaram no mercado europeu como se fosse jamón. Também há casos de falsificação do presunto pata negra, outra especialidade espanhola, que chega a custar R$ 800 o quilo. Os falsários chineses pegam uma pata de porco comum, pintam as unhas de preto, e vendem como se fosse de verdade – com direito a um falso selo de autenticidade.  
4 Lasanha de cavalo
Em 2013, autoridades inglesas descobriram carne de cavalo em produtos que supostamente eram feitos com carne bovina. Os hambúrgueres vendidos na rede de supermercados Tesco, uma das maiores do país, tinham 29% de carne de cavalo. Também havia DNA equino na lasanha congelada – e um espaguete à bolonhesa congelado, da marca francesa Comigel, tinha 100% de carne de cavalo no molho. Após uma extensa investigação, descobriu-se que o esquema teve origem no próprio Reino Unido: cavalos, muitos deles doentes e vítimas de maus tratos, eram levados da Irlanda para a Escócia e para a Inglaterra, abatidos e depois tinham suas carcaças enviadas para a Holanda, onde a carne era processada e distribuída para as fábricas.
*Leia a reportagem completa, com todos os detalhes e outros casos de fraude (a farsa do azeite extravirgem, os vinhos com rótulos de mentira, o incrível caso do mel falsificado e as fraudes envolvendo o peixe, o alimento mais adulterado de todos) na edição de maio da Superinteressante


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Seminário debate os 20 anos da Lei das Águas

Rui Faquini
22 de março: Dia Mundial da Água
Estão abertas as inscrições para o evento que ocorrerá nos dias 21 e 22 de março, em Brasília. Objetivo é analisar avanços e perspectivas da legislação. 
Sexta, 17 Março 2017 18:00
LUCAS TOLENTINO
Para marcar o Mês das Águas e alertar a população para a crise hídrica, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) realizará, na próxima semana, o seminário Águas do Brasil – 20 anos da Lei das Águas. Gratuito, o evento é aberto ao público e ocorrerá entre 21 e 22 de março. O objetivo é discutir a legislação que estabeleceu a Política Nacional de Recursos Hídricos (PNRH). O lançamento de relatório da Unesco e uma palestra sobre dessalinização em Israel também estão na programação.
O seminário é realizado em parceria com a Agência Nacional de Águas (ANA) e tem o apoio da Frente Parlamentar Ambientalista. O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, participará da abertura e de mesa sobre governança e segurança hídrica. O ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, e o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, também integrarão o debate. 
A abertura será realizada às 17h do dia 21 de março, na Câmara dos Deputados, com uma apresentação do ministro Aroldo Cedraz, do Tribunal de Contas da União (TCU). Cedraz foi o relator da legislação que instituiu a política e o sistema nacional de gerenciamento de recursos hídricos no país. Em seguida, serão abordadas questões ligadas ao 8º Fórum Mundial da Água, que ocorrerá em Brasília, em março de 2018. 
AVANÇOS
No dia 22 de março, o seminário ocorrerá no MMA e contará com debates sobre a Lei das Águas e um café da manhã promovido pela Frente Parlamentar Ambientalista. O secretário-executivo do MMA, Marcelo Cruz, e o diretor-presidente da ANA, Vicente Andreu, participarão da mesa sobre os avanços e desafios da legislação. 
O secretário de Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental do MMA, Jair Tannús, conduzirá os debates sobre as perspectivas de aperfeiçoamento da Lei das Águas. Além disso, o secretário de Meio Ambiente do DF, André Lima, e representantes do empresariado e do terceiro setor participarão de painel sobre sustentabilidade e participação social.  
Experiências internacionais também estarão em pauta. No seminário, ocorrerá o lançamento mundial do relatório “Waste Water”, da Unesco. Já o diretor do Programa Nacional de Água e Energia Renovável de Israel, Oded Distel, apresentará informações sobre as medidas de dessalinização desenvolvidas no país do Oriente Médio. 
A LEI DAS ÁGUAS
Conhecida como Lei das Águas, a Lei nº 9.433, de 8 de janeiro de 1997, foi elaborada para se tornar um instrumento moderno e democrático da gestão dos recursos hídricos. Para atingir esse objetivo, a legislação incorporou conceitos fundamentais para esse processo. Entre eles, estão a gestão descentralizada e o incentivo à participação social.
No ano seguinte à publicação da lei, foi criado o Conselho Nacional de Recursos Hídricos. Além disso, dentro do sistema nacional de gerenciamento, o governo, a sociedade civil e os usuários da água organizada integram os Comitês de Bacias Hidrográficas (CBH) com o objetivo de definir e aprovar medidas voltadas para cada uma delas. 
SERVIÇO
Confira a programação do Seminário:
21 de março
Local: Auditório Nereu Ramos na Câmara dos Deputados
Horário: 17h às 19h30
Realização: ANA e MMA

17h – Abertura solene e palestra magna sobre os 20 anos da Lei das Águas, com a presença de autoridades
– Palestra de Aroldo Cedraz – Ministro do TCU, Relator da Lei nº 9.433/97
– Palestra sobre 8º Fórum Mundial da Água – Paulo Salles - Diretor-Presidente da ADASA
19h – Lançamentos, anúncios e atos
19h30 – Coquetel de Encerramento

22 de março
Local: Auditório Ipê Amarelo, Ministério do Meio Ambiente - Esplanada dos Ministérios - Bloco B
Horário: 8h às 17h
Realização: ANA e MMA

08h – Credenciamento e café de boas-vindas – Frente Parlamentar Ambientalista
8h30 – Apresentação “A qualidade da água nas bacias da Mata Atlântica” 
Malu Ribeiro – SOS Mata Atlântica

9h – Mesa 1 “Governança e Segurança Hídrica”
• Presidente da Mesa - Maurício Voivodic – Diretor-Executivo do WWF
• Rodrigo Rollemberg – Governador do Distrito Federal
• Helder Barbalho - Ministro da Integração Nacional
• Sarney Filho – Ministro do Meio Ambiente.

10h30 – Mesa 2: “20 anos da Lei das Águas: Avanços e Desafios”
• Presidente da Mesa - Marcelo Cruz – Secretário Executivo do MMA
• Fábio Feldmann – Consultor, Ex-Deputado, Relator da Lei nº 9.433/97
• Vicente Andreu – Diretor-Presidente da ANA
• José Carlos Carvalho – Consultor (Ex-Ministro do Meio Ambiente)

13h30 – Palestra sobre dessalinização em Israel
Palestrante: Oded Distel, Diretor do Programa Nacional de Água e Energia Renovável de Israel

14h – Mesa 3: “Sustentabilidade e Participação Social”
• Presidente da Mesa – André Vilhena – Diretor-executivo do Compromisso Empresarial para Reciclagem - CEMPRE
• André Lima - Secretário de Meio Ambiente do DF
• Samuel Barreto – Gerente Nacional de Água da The Nature Conservancy (TNC)

15h às 16h30 - Mesa 4: “20 anos da Lei das Águas: Perspectivas de Aperfeiçoamento”
• Presidente da Mesa: Jair Vieira Tánnus Júnior – Secretário de Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental do MMA
• Maurício Boratto - Centro de Estudos e Debates Estratégicos (CEDES) Câmara dos Deputados
• Paula Freitas – Especialista Sênior em Recursos Hídricos do Banco Mundial

16h30 às 17h30 – Lançamento Mundial Relatório da UNESCO “Waste Water (organizado pela Unesco)
• Abertura
• Mensagem em vídeo da Diretora-Geral da UNESCO, Irina Bokova
• Apresentação do Relatório Mundial da UNESCO “Waste Water”, Miguel Doria
• Debate com especialistas: Fernando Gomes da Silva - Diretor Técnico do Aquapolo Ambiental SA., e Devanir Garcia dos Santos - Gerente Executivo da Coordenação de Implementação de Projetos Indutores da Agência Nacional de Águas – ANA

Assessoria de Comunicação Social (Ascom/MMA): (61) 2028-1227

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VIDHA LINUS

CONSULTORIA AMBIENTAL LICENÇAS,ELABORAÇÃO EIV, PRAD. Av Radial B, 122 Bairro Mangueiral CEP 42807-380 CAMAÇARI - BAHIA 71 3040 5033 99168 5797 VBRAMBIENTAL@YAHOO.COM.BR

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