Meio Ambiente & Desenvolvimento Humano

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Simbólico Relógio do Apocalipse fica mais perto da meia-noite

Este relógio, uma metáfora do quão perto a humanidade está de destruir o planeta, tinha mudado em 2015, de cinco para três minutos para a meia-noite


Relógio do apocalipse, dia 26/01/2017
Relógio do Apocalipse: "O aumento dos nacionalismos estridentes no mundo todo, os comentários do presidente Donald Trump sobre as armas nucleares e as questões climáticas" são algumas das razões (Jim Bourg/Reuters)
As declarações do presidente Donald Trump e o “escurecimento do panorama da segurança global” tornaram o mundo um lugar mais instável, afirmou nesta quinta-feira o Boletim de Cientistas Atômicos, que adiantou seu simbólico Relógio do Apocalipse 30 segundos mais perto da meia-noite.
Este relógio, uma metáfora do quão perto a humanidade está de destruir o planeta, tinha mudado pela última vez em 2015, de cinco para três minutos para a meia-noite.
Segundo o mecanismo simbólico, quanto mais perto os ponteiros estiverem da meia-noite, maior é o risco de destruição da humanidade. Agora, o relógio está a dois minutos e meio do fim.
A decisão de mover ou não os ponteiros do relógio é liderada por um grupo de cientistas e intelectuais que inclui 15 prêmios Nobel.
“O aumento dos nacionalismos estridentes no mundo todo, os comentários do presidente Donald Trump sobre as armas nucleares e as questões climáticas” são algumas das razões pelas quais se decidiu mover o ponteiro, disse o grupo em um comunicado.
Também foram citados “o escurecimento do panorama da segurança global, acompanhado por uma tecnologia cada vez mais sofisticada, e a crescente indiferença pelo conhecimento científico”.
O Relógio do Apocalipse foi criado em 1947 e, desde então, a hora foi alterada em 19 ocasiões, que vão desde os dois minutos que faltavam para a meia-noite em 1953 até os 17 minutos de 1991.
“O Boletim nunca antes tinha decidido adiantar o relógio em grande parte pelas declarações de uma só pessoa”, disseram dois dos cientistas, Lawrence Krauss e David Titley, em uma coluna de opinião no jornal The New York Times.
“Mas quando essa pessoa é o novo presidente dos Estados Unidos, suas palavras importam”, alertaram.
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