Drogas psicodélicas, como a ayahuasca e o ecstasy, ganham cada vez mais espaço nos laboratórios de pesquisas
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31 jul 2017, 09h11 - Publicado em 30 jul 2017, 17h58

Preparo da ayhuasca: droga pode ajudar a curar a depressão (Wikimedia Commons/Divulgação)
O neurocientista Dráulio Araújo, do Instituto do Cérebro, ligado à Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), coordena um estudo sobre a ayahuasca (bebida produzida com base em plantas e cipós), voltado para o tratamento de depressão. O interesse científico na área, diz, não para de crescer. Ele menciona, como indicador, o último congresso da Associação Multidisciplinar de Estudos Psicodélicos (Maps, na sigla em inglês) – ONG americana pioneira em pesquisas na área. “O congresso anterior reuniu 800 pessoas, há quatro anos. A última edição, em abril, atraiu 3,2 mil, de 40 países.”
Além do grupo da UFRN, há estudos sobre substâncias psicodélicas em instituições como a Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a Federal de São Paulo (Unifesp) e a Universidade de Brasília (UnB).
http://exame.abril.com.br/ciencia/ciencia-psicodelica-ganha-espaco/
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