Resíduos do que pode ser um dos vinhos mais antigos do mundo foram encontrados em uma caverna na Sicília
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31 ago 2017, 08h47
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Vinhedo na Sicília, onde os pesquisadores encontraram vestígios de vinho de 6.000 anos. (iStockphoto/Getty Images)
“Diferentemente das descobertas antigas, que eram limitadas a videiras e, portanto, mostravam apenas que as uvas eram cultivadas, nosso trabalho resultou na identificação de um resíduo do vinho. Isso envolve obviamente não apenas a prática da viticultura, mas também a produção de vinho – em um período bastante remoto”, afirmou o arqueólogo Davide Tanasi, da Universidade do Sul da Flórida, nos Estados Unidos, e um dos autores do estudo, ao site do britânico The Guardian.
Vinho antigo
Os cientistas analisaram vasos de cerâmica encontrados em 2012 em uma gruta perto do Monte Kronio, em Agrigento, na Sicília. O estudo mostrou que que ele continha traços de ácido tartárico e seus sais de sódio, substâncias que são associadas ao processo de vinificação. De acordo com os arqueólogos, é possível que a bebida tenha sido utilizada em contextos religiosos.
Cerâmica antiga com resíduos de vinho descoberto em uma caverna de Monte Kronio em Agrigento, na Itália. (USF/Reprodução)
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Vestígios da produção de vinho datados de
6.000 anos atrás foram descobertos em uma caverna de Monte Kronio em
Agrigento, na Itália. (USF/Reprodução)
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